A faísca que fez protestos na França explodirem
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que há legitimidade nas reivindicações sociais por trás dos protestos que abalaram o país, mas condenou os episódios de destruição registrados em algumas manifestações. Ele responsabilizou grupos de "extrema esquerda" pela violência e pediu que a Justiça atue com todo o rigor contra os responsáveis.
Segundo o primeiro-ministro Sébastien Lecornu, algumas cidades francesas decretaram toques de recolher parciais para conter os distúrbios, que incluíram casos de vandalismo e saques. As tensões políticas e sociais seguem em alta temperatura no país.
Os protestos ocorrem em meio a uma crise política e orçamentária que mantém incerto o futuro econômico francês. A França terá eleições presidenciais em abril do ano que vem.
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