— Carregando clima…
Última Hora
• Governo Lula arrisca prazo do Imposto Seletivo e gera incerteza no setor privado • Decisões judiciais motivam cancelamento de debate e acirram críticas de censura • AGU volta atrás e pede que STF declare lei das bets inconstitucional: “Dragão era indomável” • Candidatos usam ação sobre Deltan para recorrer a Gilmar contra decisões da Justiça Eleitoral • O que São Josemaria viu no dia em que a Opus Dei foi fundada? • “Fui proibido de pedir voto para Deltan a dois dias da eleição”, diz Filipe Barros • Alcolumbre marca análise da PEC do fim da escala 6×1 para 2 dias após o 1º turno • Governo Macron acusa extrema esquerda de explorar protestos estudantis violentos na França • Governo Lula arrisca prazo do Imposto Seletivo e gera incerteza no setor privado • Decisões judiciais motivam cancelamento de debate e acirram críticas de censura • AGU volta atrás e pede que STF declare lei das bets inconstitucional: “Dragão era indomável” • Candidatos usam ação sobre Deltan para recorrer a Gilmar contra decisões da Justiça Eleitoral • O que São Josemaria viu no dia em que a Opus Dei foi fundada? • “Fui proibido de pedir voto para Deltan a dois dias da eleição”, diz Filipe Barros • Alcolumbre marca análise da PEC do fim da escala 6×1 para 2 dias após o 1º turno • Governo Macron acusa extrema esquerda de explorar protestos estudantis violentos na França
Ver Todas

Decisões judiciais motivam cancelamento de debate e acirram críticas de censura

Atualizado em 03/10/2026 às 13:50 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O cancelamento do último debate presidencial pela TV Globo, em 1º de outubro de 2026, reacendeu as críticas ao Judiciário brasileiro. A emissora alegou insegurança jurídica e interferência indevida após decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) alterarem as regras previamente estabelecidas para o programa. Segundo a Globo, o aparato judicial criado para organizar o debate acabou restringindo a autonomia da imprensa na condução do processo eleitoral.

O episódio expôs uma mudança de tom de figuras públicas que antes defendiam medidas restritivas e o combate à desinformação. A deputada Erika Hilton, que já afirmou que o país tinha capacidade de bloquear o X (antigo Twitter), passou a falar em censura após ter postagens removidas e recorreu ao tribunal. O humorista Antonio Tabet também levou sua questão ao Supremo depois de ter uma publicação retirada por ordem ministerial, conseguindo reverter a decisão inicial.

Grandes veículos de comunicação seguiram trajetória semelhante. O Grupo Globo, que em editoriais passados apoiou medidas como a suspensão do Telegram e a derrubada de proteções do Marco Civil da Internet, mudou o tom diante de interferências judiciais em sua própria programação. O caso do comentarista Joel Pinheiro da Fonseca ilustra o cenário: em 2020, ele rejeitou a ideia de que a suspensão de perfis investigados fosse censura; em 2026, criticou a Meta e o STF após ter um vídeo restrito por regras eleitorais.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Candidatos usam ação sobre Deltan para recorrer a Gilmar contra decisões da Justiça Eleitoral Decisão de Gilmar ampliou o uso da reclamação, que agora é citada por candidatos para contestar restrições da… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Redação