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“Jovens protagonistas e não meros expectadores do mundo digital”: Alice Nhamposse

Atualizado em 18/10/2026 às 06:35 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A diretora da Universidade Católica de Moçambique (UCM) – Extensão de Maputo, Alice Albertina Nhamposse, defende que os jovens assumam papel ativo no ambiente digital, em vez de se comportarem como expectadores passivos. A avaliação foi feita em declarações aos media do Vaticano, a partir das orientações da Magnifica Humanitas (MH), documento do Papa Leão XIV.

Segundo Nhamposse, a proposta da MH é que os jovens sejam protagonistas conscientes do mundo digital. Isso implica, na prática, desenvolver habilidades de discernimento diante de algoritmos, redes sociais e sistemas de inteligência artificial (IA).

A diretora da UCM aponta dois riscos centrais nesse cenário: a dependência excessiva dessas ferramentas e a manipulação. O discernimento, portanto, aparece como condição para que o uso da tecnologia não se converta em submissão a lógicas automatizadas.

As declarações foram dadas aos media do Vaticano e tratam da leitura da Magnifica Humanitas no contexto da formação de jovens. O documento do Papa Leão XIV orienta que a relação com o ambiente digital seja marcada por consciência e responsabilidade, e não por passividade diante das ferramentas tecnológicas.

A discussão ocorre em um momento de expansão do uso de redes sociais e de sistemas de inteligência artificial, sobretudo entre o público jovem. A posição defendida por Nhamposse situa a educação para o discernimento como caminho para que esse uso ocorra de forma crítica.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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