— Carregando clima…
Última Hora
• Onda de violência na França atinge escolas e deixa milhares de detidos • Flávio Bolsonaro enfrenta resistência de parlamentares em fim de mandato • Lula defende “saidinha” de presos e cita direito à convivência familiar • Universidade dos EUA fecha acordo com governo Trump para combater antissemitismo • Justiça decreta fim da recuperação judicial da Americanas • Flávio faz motociata no Pará; Lula participa de marcha no RS • Rebeca, Flavinha e Lorrane avançam às finais do Mundial de Ginástica • PGR não vê abuso de André Mendonça em investigação contra Moraes • Onda de violência na França atinge escolas e deixa milhares de detidos • Flávio Bolsonaro enfrenta resistência de parlamentares em fim de mandato • Lula defende “saidinha” de presos e cita direito à convivência familiar • Universidade dos EUA fecha acordo com governo Trump para combater antissemitismo • Justiça decreta fim da recuperação judicial da Americanas • Flávio faz motociata no Pará; Lula participa de marcha no RS • Rebeca, Flavinha e Lorrane avançam às finais do Mundial de Ginástica • PGR não vê abuso de André Mendonça em investigação contra Moraes
Ver Todas

Lula defende “saidinha” de presos e cita direito à convivência familiar

Por Redação
Atualizado em 20/10/2026 às 13:05 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta segunda-feira (19) a manutenção da saída temporária de presos, conhecida como “saidinha”, argumentando que o benefício cumpre um papel na ressocialização dos apenados. Segundo o presidente, a medida é uma questão de direito das pessoas conviverem em família.

“Se o cidadão foi preso porque cometeu um delito que não seja grave, e essa pessoa tem mulher, tem filho, tem mãe, tem pai, é normal que, dependendo do comportamento dessa pessoa, ela possa ter um indulto para visitar os seus parentes. Afinal de contas, o sistema prisional deve ter como objetivo a tentativa de recuperar as pessoas”, afirmou durante sabatina do SBT News.

Ao mesmo tempo, Lula defendeu restrições para a concessão da medida em casos de crimes graves ou hediondos. “Agora, quem tem que soltar é que tem que analisar se o cara que vai ser solto tem crime grave, tem crime hediondo, porque não pode ser solto. Se tiver [cometido] estupro, não pode ser solto”, declarou.

O presidente destacou que a decisão final sobre a liberação cabe ao Poder Judiciário, a quem compete examinar o histórico, o comportamento do detento e a gravidade do delito cometido. “Quem vai tomar a decisão de liberar deve analisar, mas eu continuo defendendo que as pessoas têm que ter o direito de ver seus filhos”, disse.

Na mesma entrevista, Lula voltou a defender a redução da maioridade penal para 16 anos apenas para crimes hediondos. Questionado sobre a mudança de posicionamento, afirmou que “os seres humanos têm que ter a capacidade de mudar de opinião” quando convencidos da importância da medida. O presidente declarou ser favorável à redução no último dia 15, diante da possibilidade de votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública no Senado. A análise do texto foi adiada para depois do segundo turno, pela falta de consenso sobre a mudança.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Flávio Bolsonaro enfrenta resistência de parlamentares em fim de mandato Entenda por que parlamentares em fim de mandato dificultam os planos de Flávio Bolsonaro para aprovar a PEC… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação