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Willer Tomaz, Vorcaro e milícia: o que realmente pesa contra Flávio Bolsonaro

Por Redação
Atualizado em 22/10/2026 às 09:35 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é alvo de um novo inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar suposto crime de lavagem de dinheiro em parceria com o advogado Willer Tomaz. O caso foi sorteado para o gabinete do ministro Alexandre de Moraes e corre em sigilo. A investigação tem origem na análise do celular de Tomaz, apreendido em agosto pela Polícia Federal, e mira suspeitas envolvendo plataformas de pagamento digital e o setor de apostas no Rio de Janeiro, quando o estado era governado por Cláudio Castro (PL), também alvo da apuração.

Segundo o relatório da PF, foram encontradas referências a festas e reuniões entre Flávio e Tomaz, além de vínculo em uma conta da empresa Alcazar Holding, na qual o senador era mencionado como "usuário master". O documento aponta que uma conta de Tomaz movimentou cerca de R$ 130 milhões entre março e maio de 2025 e que a holding Cathedral, do ramo de apostas, pagou viagens internacionais para Flávio e sua família. O senador reconhece a amizade com o advogado e, em nota ao Estado de S. Paulo, negou estar sendo investigado, afirmando que os autos não foram convertidos em inquérito. O escritório de Tomaz classificou o vazamento como ilegal e disse que as empresas do advogado são lícitas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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