— Carregando clima…
Última Hora
• Como fazendeira ajudou polícia a prender suspeitos de ataque a base militar no Reino Unido • Quem é o homem mais rico da África — e por que ele quer vender parte de seu império • Conheça os sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (28) • Confira quem são os candidatos a governador do Paraná • Bolsas de NY caem com falta de perspectiva para negociações EUA-Irã e IA no radar • Ibovespa ameniza perdas com Petrobras, mas cai pelo 4º pregão com exterior e eleições • Ibovespa fecha com leve queda, com exterior e bancos; dólar sobe a R$ 5,22 • Como fazendeira ajudou polícia a prender suspeitos de ataque a base militar no Reino Unido • Quem é o homem mais rico da África — e por que ele quer vender parte de seu império • Conheça os sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (28) • Confira quem são os candidatos a governador do Paraná • Bolsas de NY caem com falta de perspectiva para negociações EUA-Irã e IA no radar • Ibovespa ameniza perdas com Petrobras, mas cai pelo 4º pregão com exterior e eleições • Ibovespa fecha com leve queda, com exterior e bancos; dólar sobe a R$ 5,22
Ver Todas

Ações do Nubank despencam 10% em NY com notícias sobre compra de banco britânico

Atualizado em 28/09/2026 às 19:05 schedule 4 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As ações do Nubank (BDR: ROXO34) recuaram 10% em Nova York nesta segunda-feira (28), em meio a notícias de que a instituição estaria em negociações preliminares para uma potencial aquisição do banco digital britânico Monzo. Os papéis caíram 10,01%, a US$ 12,23.

Segundo reportagem do site britânico Sky News publicada no sábado, sem citar fontes, o Monzo foi abordado sobre uma possível combinação de negócios com o Nubank, em operação que poderia avaliar o banco britânico entre 8 bilhões e 10 bilhões de libras esterlinas. A reportagem afirma que as negociações entre o Monzo e a Nu Holdings estariam em estágio relativamente inicial, embora a empresa britânica já tenha contratado banqueiros de investimento do Morgan Stanley e da Qatalyst para assessorá-la.

Analistas do JPMorgan afirmaram que, caso as negociações sejam confirmadas, a reação inicial dos investidores provavelmente seria negativa. Entre os fatores citados para essa reação estão o valuation elevado e o timing, com o Nubank sendo negociado perto de mínimas históricas em termos de múltiplos, a possível mudança de estratégia — saindo de um modelo baseado em crescimento orgânico para uma abordagem mais dependente de aquisições — e o risco de distração operacional, especialmente em relação às prioridades atuais no México, Estados Unidos e Colômbia, devido aos desafios de integração. "Nós ficaríamos surpresos", afirmaram os analistas.

A equipe do JPMorgan ponderou que o Monzo possui ativos valiosos, como escala operacional, grande base de depósitos, forte reconhecimento de marca e presença relevante em um mercado considerado escasso em oportunidades de aquisição. "Isso poderia acelerar a expansão global do Nubank, especialmente no Reino Unido."

Na visão de analistas do UBS BB, qualquer potencial transação estaria alinhada à estratégia de expansão global do Nubank e proporcionaria uma porta de entrada para o mercado do Reino Unido e, de forma mais ampla, para a Europa. O movimento também seguiria uma tendência observada entre outras fintechs globais, incluindo o Revolut, que tem ampliado sua presença internacional por meio da obtenção de licenças e de aquisições. Os analistas destacaram, porém, que o modelo de negócios do Monzo difere do Nubank, com menor foco em crédito e maior orientação para serviços de carteira digital, e que o risco de execução seria um fator importante a monitorar, especialmente considerando os esforços atuais do Nubank para escalar sua operação nos Estados Unidos, lançada recentemente.

O movimento das ações do Nubank também tem como pano de fundo o anúncio, na última sexta-feira, pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Desenrola Brasil 3.0, novo programa para ajudar pessoas endividadas, com foco em dívidas com atraso de 2 anos a 4,5 anos. Para a equipe do UBS BB, o anúncio é positivo para os bancos no curto prazo, embora possa aumentar o risco de "moral hazard" no longo prazo. Segundo os analistas, as instituições financeiras poderão monetizar carteiras de crédito já baixadas como prejuízo por meio de leilões promovidos pelo governo e, como esses empréstimos geralmente já foram integralmente provisionados ou baixados dos balanços, os recursos obtidos podem se converter em ganhos extraordinários. No longo prazo, porém, programas recorrentes de renegociação e refinanciamento de dívidas podem criar incentivos negativos para os tomadores, que podem passar a adiar o pagamento de suas obrigações na expectativa de aderir futuramente a um novo programa em condições mais favoráveis.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Conheça os sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul Sete candidatos concorrem ao governo do Rio Grande do Sul nas eleições deste ano. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Redação