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Anvisa proíbe propaganda de caneta emagrecedora Semavy

Atualizado em 25/09/2026 às 19:50 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a propaganda do medicamento Semavy (semaglutida). A resolução com a determinação foi publicada nesta sexta-feira (25) no Diário Oficial da União.

O Semavy é um medicamento do tipo GLP-1, popularmente conhecido como caneta emagrecedora. Segundo a Anvisa, o produto foi aprovado com indicação para tratar diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado. Trata-se de um medicamento de tarja vermelha, sujeito à retenção de receita médica, assim como as demais canetas emagrecedoras.

“A propaganda de medicamentos com tarja vermelha ou preta é proibida no Brasil”, reforçou a agência. Em nota, a Anvisa informou ter constatado propaganda do medicamento em painéis eletrônicos localizados no Aeroporto de Congonhas, no site do produto e em perfis nas redes sociais.

O que diz a lei

A Lei nº 6.360/1976 só permite a publicidade de medicamentos que sejam de venda isenta de prescrição médica, ou seja, que não possuam tarja vermelha ou tarja preta em suas embalagens. “Medicamentos que exigem prescrição médica (tarja vermelha ou preta) devem ter a sua divulgação restrita aos profissionais de saúde que podem receitar (médicos ou dentistas) ou dispensar (farmacêuticos) medicamentos”, destacou a Anvisa.

Em nota, a Hypera Pharma, responsável pela fabricação do medicamento, informou que mantém diálogo permanente e transparente com a Anvisa e que adotou as medidas necessárias em relação às comunicações da linha Semavy. “A companhia reforça seu compromisso com o cumprimento rigoroso da legislação sanitária e com a promoção do uso adequado e responsável de medicamentos. A Hypera seguirá prestando todos os esclarecimentos solicitados pela autoridade sanitária e adequando suas iniciativas de comunicação às determinações aplicáveis.”

Esta matéria foi publicada primeiro em Saúde · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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