— Carregando clima…
Última Hora
• Rogério Marinho e Tereza Cristina lançam estratégia para vencer Alcolumbre • Fachin consulta PGR sobre soltura de Vorcaro • Rubio diz que não vai sair do governo Trump e evita falar sobre candidatura presidencial em 2028 • Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai • Lula defende responsabilidade fiscal em meio à desconfiança do mercado • Quaquá critica direção do PT e recebe convite para deixar o partido • Oposição ganha força nos Estados Unidos e pressiona política externa de Trump • Mulheres defendem articulação em rede para ampliar participação • Rogério Marinho e Tereza Cristina lançam estratégia para vencer Alcolumbre • Fachin consulta PGR sobre soltura de Vorcaro • Rubio diz que não vai sair do governo Trump e evita falar sobre candidatura presidencial em 2028 • Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai • Lula defende responsabilidade fiscal em meio à desconfiança do mercado • Quaquá critica direção do PT e recebe convite para deixar o partido • Oposição ganha força nos Estados Unidos e pressiona política externa de Trump • Mulheres defendem articulação em rede para ampliar participação
Ver Todas

Como um escândalo financeiro ameaça derrubar Peña e redesenhar o poder no Paraguai

Por Redação
Atualizado em 06/11/2026 às 16:35 schedule 2 min de leitura visibility 4 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, apresentou nesta quinta-feira (5) um pedido de renúncia, cuja análise foi interrompida no Congresso por falta de quórum. Ainda no cargo, ele enfrenta um processo de impeachment no Senado, aberto na noite de quinta e que deve continuar ao longo desta sexta-feira (6). Caso seja destituído, Peña deve ser sucedido pelo vice-presidente Pedro Alliana.

A crise começou após o Banco Central paraguaio intervir no Ueno Bank, um dos maiores bancos digitais do país. A medida, aprovada na segunda-feira (2) e anunciada na terça (3), suspendeu as operações da instituição, deixando correntistas sem acesso a salários e economias. O banco concentrava cerca de US$ 850 milhões em recursos públicos, dos quais aproximadamente US$ 380 milhões pertenciam ao Instituto de Previdência Social (IPS). A fiscalização constatou que o índice de solvência da instituição havia caído para menos da metade do mínimo exigido por lei.

O escândalo atingiu Peña por suas antigas relações com o Grupo Vázquez, controlador do Ueno Bank. O presidente manteve participação acionária em uma empresa vinculada ao conglomerado até março de 2025, quando afirmou ter vendido as ações. Ele nega irregularidades. O presidente do Banco Central, Carlos Carvallo, renunciou na terça a pedido de Peña. Para conter a crise, o Congresso aprovou lei que permite antecipar a devolução de recursos aos correntistas por meio do Fundo de Garantia de Depósitos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Lula defende responsabilidade fiscal em meio à desconfiança do mercado Lula afirma que a economia precisa estar “arrumada” para atrair investimentos em meio à pressão do mercado… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação