Do purgatório à plenitude da pátria celestial
Após a celebração da Solenidade de Todos os Santos, a Igreja convoca os fiéis a um momento de recolhimento sóbrio e marcado pela esperança: a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. A reflexão é assinada por Dom Anuar Battisti, arcebispo emérito de Maringá (PR), e aborda a passagem do purgatório à plenitude da pátria celestial.
No texto, o arcebispo situa a data no calendário litúrgico logo depois da festa que celebra os santos. Se na véspera a oração da Igreja se voltava para a glória dos que já chegaram à plenitude, na Comemoração dos Fiéis Defuntos o olhar se dirige àqueles que ainda percorrem o caminho de purificação.
A reflexão descreve o purgatório como etapa de purificação que antecede a comunhão plena com Deus, apresentada como pátria celestial. O tom adotado é de serenidade e esperança, e não de temor: a memória dos mortos é vivida pela Igreja como gesto de amor e de fé na vida eterna.
Dom Anuar Battisti é arcebispo emérito de Maringá, no Paraná. A publicação integra o espaço de artigos e reflexões do portal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que reúne textos de bispos e assessores sobre o calendário litúrgico e a vida da Igreja no país.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · CNBB e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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