— Carregando clima…
Última Hora
• Ataque a tiros mata 6 pessoas ao lado de basílica na Polônia • Mercado financeiro alerta para risco de estagflação no Brasil em 2027 • Papa Leão XIV denuncia crianças que não vão à escola por medo de morrer • Sapezal lidera o ranking nacional de valor da produção agrícola no Brasil • Governo de Santa Catarina projeta sistema aquaviário na Grande Florianópolis • Papa Leão XIV celebra missa histórica no Uruguai em viagem pela América do Sul • Papa Leão XIV diz a católicos do Uruguai como atrair pessoas para a Igreja • Composição conservadora do Senado aumenta chances de aprovar o homeschooling • Ataque a tiros mata 6 pessoas ao lado de basílica na Polônia • Mercado financeiro alerta para risco de estagflação no Brasil em 2027 • Papa Leão XIV denuncia crianças que não vão à escola por medo de morrer • Sapezal lidera o ranking nacional de valor da produção agrícola no Brasil • Governo de Santa Catarina projeta sistema aquaviário na Grande Florianópolis • Papa Leão XIV celebra missa histórica no Uruguai em viagem pela América do Sul • Papa Leão XIV diz a católicos do Uruguai como atrair pessoas para a Igreja • Composição conservadora do Senado aumenta chances de aprovar o homeschooling
Ver Todas

Gestão Trump asfixia caixa da ONU e provoca maior crise financeira da história

Por Redação
Atualizado em 24/09/2026 às 13:20 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A Organização das Nações Unidas (ONU) enfrenta sua pior crise financeira desde a fundação, em 1945, impulsionada por cortes drásticos de verbas impostos pelos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump. O cenário se desenrola enquanto líderes mundiais se reúnem na Assembleia Geral, em Nova York, ao longo de setembro de 2026. A pressão financeira já provocou a saída dos americanos de agências importantes e uma redução severa do quadro de funcionários.

Os Estados Unidos são os maiores financiadores da ONU, respondendo por 22% do orçamento regular e mais de 26% das missões de paz. Trump retomou políticas de cortes severos iniciadas em 2025 e retirou o país de órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Unesco e o Conselho de Direitos Humanos, além de bloquear verbas para assistência a refugiados palestinos. O presidente condiciona pagamentos futuros a reformas profundas e acusa a instituição de ser burocrática e ideológica.

A falta de recursos forçou a ONU a uma reestruturação dolorosa. O orçamento regular para 2026 foi fixado em US$ 3,45 bilhões, queda de 15% em relação ao ano anterior. Isso gerou um corte de 19% no pessoal, com a extinção de 2,9 mil cargos e o desligamento de outros mil funcionários. Agências vitais também sofrem: o Acnur, que cuida de refugiados, teve o menor orçamento em dez anos e demitiu 3,5 mil pessoas. O secretário-geral António Guterres descreveu o cenário como uma "corrida rumo à falência", evidenciando que a capacidade de atuação global da entidade está seriamente comprometida.

Em seu discurso na Assembleia Geral, Trump defendeu que os cortes visam tornar a ONU mais eficiente e menos ideológica. Ele acusa a burocracia internacional de impor uma "agenda de extrema-esquerda globalista" que fere a soberania das nações. O presidente critica especificamente a promoção da imigração em massa, argumentando que isso destrói culturas nacionais, e usa a Unesco como exemplo de ironia por, em sua visão, proteger o patrimônio enquanto incentiva fluxos migratórios ilegais. Para Trump, as nações devem priorizar seus próprios interesses e a ONU precisa abandonar pautas que não foram eleitas.

Analistas apontam ainda que o Conselho de Segurança está paralisado devido ao poder de veto de seus membros permanentes, reproduzindo um cenário similar ao da Guerra Fria. Atualmente, os Estados Unidos estão em oposição direta à China e à Rússia, o que impede a aprovação de soluções para conflitos graves, como as guerras na Ucrânia e no Irã. Especialistas explicam que a ONU foi criada com base em uma distribuição de poder de 1945 que não reflete mais a geopolítica atual. Como as decisões dependem do comprometimento dos Estados-membros e a organização não tem poder de governo global, ela acaba "congelada" em impasses.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional Trump convida CEO do UFC para secretário de imprensa e Amanda Nunes para assistente O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde deste sábado (7) ter oferecido ao CEO do… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação