Leilão do Banco Master oferta móveis de luxo e TVs de 98 polegadas
O processo de desativação da sede do Banco Master e da Will Financeira colocou à venda 445 lotes de móveis, equipamentos e itens de decoração. Os lances iniciais variam de R$ 21 a R$ 98 mil. O pregão eletrônico é realizado pela plataforma Kwara e tem encerramento previsto para 9 de novembro de 2026, a partir das 9h30.
O item mais valioso é o Lote 001, formado por 20 cadeiras Cosm Média da fabricante norte-americana Herman Miller, cotado em R$ 98 mil. Outros conjuntos da mesma marca também estão na lista: 8 cadeiras Cosm Média (Lote 037), por R$ 39.200; 25 cadeiras Verus Interwave (Lote 034), por R$ 36.350; e 10 cadeiras Verus Interwave (Lote 004), por R$ 14.540. A lista de valores mais altos inclui ainda monitores corporativos de grande porte e itens de marcenaria de luxo.
Entre os destaques de decoração está a caixa bar Pietrada, da marca Artefacto, cotada em R$ 12.660. Dois televisores LG de 98 polegadas, modelo UH5J, usados em salas de reunião e apresentações corporativas, têm lances no patamar de R$ 10.990 cada.
Além do valor arrematado, o comprador deve pagar 5% de comissão ao leiloeiro e uma taxa de despesa administrativa calculada conforme a faixa de preço do lote. Para bens arrematados entre R$ 85 mil e R$ 99,9 mil, por exemplo, a taxa administrativa é de R$ 10.915. Todos os lotes são vendidos no estado de conservação em que se encontram, sem garantia de funcionamento e sem direito a troca, cabendo aos participantes a verificação prévia no período de visitação.
Aprovado o lance pelo comitente vendedor, o pagamento integral deve ocorrer em até 1 dia útil, via Pix ou créditos da plataforma. Desmontagem, carregamento, transporte e eventuais tributos ficam sob responsabilidade do comprador.
O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, em meio a uma crise de liquidez e a suspeitas de irregularidades operacionais, sobretudo na oferta de Certificados de Depósito Bancário (CDBs). A medida interrompeu as operações das instituições atingidas e afastou seus antigos administradores. Desde então, o liquidante nomeado pelo BC conduz o encerramento das atividades, que inclui o levantamento e a venda de bens para tentar pagar os credores.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
Continue neste assunto
Comentários nesta matéria
Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.
Ainda não há comentários publicados nesta matéria.
Sua avaliação desta matéria
Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.
Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).
Entrar para comentarPor
Redação