O 11 de setembro, 25 anos depois: a Igreja nos EUA e o desafio da paz
O presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos convocou os fiéis a rezar pelas vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 e por suas famílias, por ocasião dos 25 anos da tragédia. O chamado foi feito como um convite a transformar a memória do episódio em um compromisso concreto com a paz e a reconciliação.
A data, que marca um quarto de século desde os ataques que derrubaram as Torres Gêmeas e atingiram outras áreas dos Estados Unidos, segue sendo lembrada pela Igreja no país. A orientação é que a memória das vítimas não se limite à recordação do episódio, mas se traduza em gestos e atitudes voltados à construção da paz.
No Brooklyn, uma exposição fotográfica leva para o espaço da igreja os rostos dos desaparecidos. A iniciativa busca aproximar os fiéis da dimensão humana da tragédia, dando rosto e nome às pessoas que perderam a vida naquele dia.
A convocação da Conferência Episcopal e a exposição no Brooklyn integram as atividades de memória dos 25 anos dos atentados. O material disponível não detalha a programação completa nem informa outras ações previstas pela Igreja nos Estados Unidos para marcar a data.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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Por Redação