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O agro brasileiro está inovando rápido o suficiente?

Por Redação
Atualizado em 18/09/2026 às 13:50 schedule 2 min de leitura visibility 12 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O agronegócio brasileiro construiu uma das cadeias produtivas mais competitivas do mundo ao incorporar avanços em genética, nutrição, sanidade, automação e gestão. Segundo artigo assinado por Leonardo Thielo de La Vega, médico-veterinário, pesquisador e CEO da F&S CAP, uma nova variável passa a pesar nessa equação: a velocidade — não apenas para desenvolver tecnologias, mas para incorporá-las às operações.

O texto aponta um gargalo pouco visível. Enquanto os processos produtivos avançam rapidamente, muitos sistemas de gestão ainda dependem de ciclos lentos de evolução, com solicitação de alteração, orçamento, aprovação e fila de desenvolvimento. Ferramentas assistidas por inteligência artificial, porém, vêm reduzindo tempo e custo para criar, testar e incorporar novas funcionalidades, o que representa uma mudança na economia do desenvolvimento de software.

Para o autor, se o custo de evoluir um sistema cai e a velocidade aumenta, modelos construídos em uma realidade tecnológica anterior perdem sentido. Ele cita o conceito de high-speed bespoke, que combina customização e velocidade, e defende que a aproximação entre agroindústria e empresas brasileiras de tecnologia pode transformar necessidades locais em soluções de alcance global. O desafio, resume, é reduzir o intervalo entre uma boa ideia e sua aplicação prática.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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