— Carregando clima…
Última Hora
• Cardeal Parolin: solução de dois Estados, único caminho viável e équo para uma paz justa e duradoura • Antonio Cardoso na Canção e a Prece: "O Espírito da Missão” • O que fazer com seu dinheiro a uma semana da eleição? Especialistas respondem • Reflexão para o XXVI Domingo do Tempo Comum • Não se pode mais colocar dinheiro em sites de apostas no Brasil, diz Durigan • Papa aos jovens da França: usar o amor como única arma de combate • Ibovespa cai 0,25% com Petrobras nesta sexta e acumula perdas de 0,95% na semana • Juros futuros caem em dia de baixa do petróleo e IPCA-15, com eleição em foco • Cardeal Parolin: solução de dois Estados, único caminho viável e équo para uma paz justa e duradoura • Antonio Cardoso na Canção e a Prece: "O Espírito da Missão” • O que fazer com seu dinheiro a uma semana da eleição? Especialistas respondem • Reflexão para o XXVI Domingo do Tempo Comum • Não se pode mais colocar dinheiro em sites de apostas no Brasil, diz Durigan • Papa aos jovens da França: usar o amor como única arma de combate • Ibovespa cai 0,25% com Petrobras nesta sexta e acumula perdas de 0,95% na semana • Juros futuros caem em dia de baixa do petróleo e IPCA-15, com eleição em foco
Ver Todas

O que fazer com seu dinheiro a uma semana da eleição? Especialistas respondem

Atualizado em 26/09/2026 às 06:20 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A cerca de uma semana do primeiro turno, a disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue sem favorito claro para o mercado. Diante de um cenário tratado como binário, a orientação mais consensual entre especialistas é não transformar a carteira em aposta eleitoral. A recomendação é manter a renda fixa como base, dosar a exposição à Bolsa e aos prefixados, ter parte do patrimônio em dólar como proteção e fazer novos aportes de forma gradual.

Um levantamento do UBS com anos eleitorais anteriores não encontrou aumento consistente da volatilidade da Bolsa, do câmbio e da renda fixa nesses períodos. Para especialistas, o que muda é a intensidade das reações, já que cada nova pesquisa altera as apostas do mercado sobre a política fiscal dos próximos anos e pode provocar movimentos bruscos em poucos dias. A Tivio Capital espera oscilação relevante no dia seguinte à votação, qualquer que seja o vencedor. "A única coisa que você precisa evitar agora é fazer grandes apostas", resume André Leite, CIO da TAG Investimentos.

Para quem tem dinheiro para aplicar, a resposta não é nem tudo agora nem tudo depois. Pedro Carneiro, gestor da Asset1, sugere dividir a entrada em três aportes até novembro, estratégia que, segundo a Franklin Templeton, vem sendo adotada pelo mercado. Quem já investe em ações deve evitar grandes movimentações e esperar o resultado para rebalancear a carteira, avalia Leonardo Mendes, da Manchester Investimentos. Já quem ainda não está na Bolsa pode começar a montar posição, desde que com horizonte de pelo menos cinco anos.

Na renda fixa, o pós-fixado, grupo que inclui o Tesouro Selic e os CDBs atrelados ao CDI, segue como porto seguro enquanto a eleição não se define. "O carrego do pós-fixado é a melhor poltrona de espera", diz o planejador financeiro Jeff Patzlaff. O Tesouro IPCA+ aparece como a principal recomendação do mês, classificado pelo UBS como muito atrativo e peça central das carteiras de longo prazo. A orientação mais frequente é evitar os vencimentos mais longos, que oscilam mais. Os prefixados ganharam espaço com o ciclo de cortes da Selic, mas em doses menores. O principal cuidado vale para os dois tipos de título: quem precisar vender antes do vencimento fica sujeito à marcação a mercado.

Três especialistas ouvidos pelo InfoMoney no início do mês sugeriram divisões diferentes para a renda fixa conforme o perfil do investidor. A mais conservadora, de Patzlaff, prevê 70% em Tesouro Selic, 20% em IPCA+ e 10% em prefixados. A equilibrada, de Mendes, da Manchester, indica 30% em pós-fixados, 40% em IPCA+ e 30% em prefixados, metade com vencimento de até dois anos. A mais exposta a juros, de Robson Casagrande, da GT Capital, sugere 25% em Tesouro Selic, 45% em IPCA+ com vencimentos entre 2029 e 2032 e 30% em prefixados entre 2029 e 2031, comprados em duas ou três etapas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Não se pode mais colocar dinheiro em sites de apostas no Brasil, diz Durigan O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou nesta sexta-feira, 25, o fim do funcionamento das casas de… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Redação