“Rainha da Lei Rouanet”, Daniela Mercury lidera chilique de artistas contra a direita
A seção Almanaque, publicada aos sábados na editoria de Ideias da Gazeta do Povo, reúne notícias, personagens e histórias que marcaram a semana e não se encaixariam em outras editorias. Nesta edição, um dos destaques é a cantora Daniela Mercury, apontada como líder de um movimento de artistas e fã-clubes que, segundo ela, busca "salvar a democracia".
Em publicação nas redes sociais, Daniela afirmou que Lula "é luz, igualdade, liberdade, bondade, justiça social e honestidade" e que quem não reconhece isso "não sabe de nada". A fala gerou reação da também cantora Mara Maravilha, que criticou a mobilização e lembrou os recursos que Daniela Mercury já teria obtido por meio de editais em governos do PT. "Tome vergonha na cara, rainha da Lei Rouanet", escreveu Mara Maravilha.
O texto também lista outros artistas que se manifestaram contra o eleitor brasileiro após as eleições. O comediante Marcelo Adnet publicou uma citação do grupo Racionais MCs — "Adolf Hitler sorri no inferno" —, enquanto a atriz e ex-modelo Luana Piovani demonstrou espanto com a existência de eleitores de direita entre negros, mulheres e pobres. Luana vive em Portugal há sete anos.
Na mesma seção, o Almanaque registra ainda outros episódios da semana. Segundo mensagens obtidas pela Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro patrocinou uma festa de aniversário da modelo Yasmin Brunet em 2024, orçada em R$ 1,5 milhão, com 200 convidados no Hotel Rosewood, em São Paulo. De acordo com o material, Vorcaro ajudou a organizar o evento, mas não compareceu porque tinha problemas a resolver em Brasília.
A seção traz ainda um levantamento do jornal O Globo segundo o qual 204 mil eleitores no Rio de Janeiro digitaram 13 para governador e acabaram anulando o voto — o número do PT, que não tinha candidato ao cargo no estado, enquanto o aliado Eduardo Paes, do PSD, era o 55. O texto também menciona a criação do Dia Municipal do Telecatch em São Paulo, comemorado em 18 de outubro, e a votação de Enéas Carneiro em 2002, que elegeu outros cinco deputados pelo Prona, incluindo candidatos com 275 e 382 votos.
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Por Redação