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Saída de Flávio Bolsonaro da Argentina teve ajuda de agentes dos EUA, diz jornal

Por Redação
Atualizado em 01/11/2026 às 19:50 schedule 2 min de leitura visibility 4 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos teria sido viabilizada por uma operação montada em território argentino, com participação de representantes americanos e apoio de integrantes do governo de Javier Milei. As informações são de reportagem publicada pelo jornal argentino Clarín, que atribuiu os relatos a fontes não identificadas.

Segundo o periódico, agentes estrangeiros chegaram a assumir temporariamente o controle de parte do aeroporto de Puerto Iguazú, na província de Misiones, para permitir o embarque do senador e de sua família. A operação teria envolvido pelo menos quatro aeronaves privadas e contado com a coordenação do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Os aviões teriam sido usados para oferecer rotas alternativas e dificultar a identificação de qual deles transportaria a família Bolsonaro.

O Clarín descreve ainda uma atuação direta de representantes estrangeiros dentro do aeroporto argentino, incluindo um ex-integrante da agência americana de combate às drogas, a DEA. De acordo com a reportagem, funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA), da imigração e da alfândega argentina foram afastados de parte dos procedimentos relacionados à partida, o que teria permitido aos responsáveis pela operação organizar o embarque sem a participação habitual desses órgãos.

O jornal aponta também o envolvimento de integrantes do governo argentino. Conforme o Clarín, Milei determinou que seu assessor Santiago Caputo viajasse à província de Misiones, onde fica Puerto Iguazú, para acompanhar os preparativos da saída.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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