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Santa Sé defende “caminho desarmante da diplomacia” e pede fim do uso de bombas de fragmentação

Por Redação
Atualizado em 14/09/2026 às 19:05 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O arcebispo Ettore Balestrero, representante da Santa Sé, participou da Terceira Conferência de Revisão da Convenção sobre Munições Cluster, realizada em Vientiane, no Laos. Em sua intervenção, o arcebispo reafirmou a proximidade da Igreja às vítimas dessas armas e defendeu o que chamou de “caminho desarmante da diplomacia” como via para enfrentar o problema.

Balestrero alertou para o legado mortal das bombas de fragmentação, que continuam a afetar populações e territórios muito depois do fim dos conflitos. Esse tipo de munição espalha submunições de pequeno porte que podem permanecer ativas por anos, atingindo civis mesmo em períodos de paz.

A Convenção sobre Munições Cluster é o tratado internacional que proíbe o uso, a produção, o armazenamento e a transferência dessas armas, além de estabelecer obrigações de limpeza de áreas contaminadas e de assistência às vítimas. A conferência de revisão reúne os países signatários para avaliar o cumprimento desses compromissos.

Na avaliação da Santa Sé, o uso desses artefatos segue sendo uma ameaça concreta a comunidades que vivem em regiões marcadas por conflitos antigos. A posição da Igreja, segundo o arcebispo, é de solidariedade às vítimas e de apoio a soluções diplomáticas que levem à eliminação definitiva desse tipo de armamento.

O encontro em Vientiane ocorre em um contexto de esforços internacionais para reforçar a adesão ao tratado e ampliar a assistência humanitária às populações afetadas. Os detalhes sobre os resultados da conferência não constam no material disponível.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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