— Carregando clima…
Última Hora
• Seca, turismo e disputa comercial: como o Japão foi da falta ao excesso de arroz • Ele conseguiu o emprego dos sonhos na BlackRock. Então largou tudo para empreender • ‘Padrinho da IA’ alerta: sistemas podem concluir que a humanidade é um obstáculo • Nordeste, baixa renda e rua: as apostas de Lula para a última semana • Voto útil, Sudeste e evangélicos: as apostas de Flávio para a última semana • Hebdomada Papae: as notícias em latim • Quem chega melhor à reta final? Lula e Flávio disputam os últimos votos móveis • Em um minuto: o segundo dia do Papa na França • Seca, turismo e disputa comercial: como o Japão foi da falta ao excesso de arroz • Ele conseguiu o emprego dos sonhos na BlackRock. Então largou tudo para empreender • ‘Padrinho da IA’ alerta: sistemas podem concluir que a humanidade é um obstáculo • Nordeste, baixa renda e rua: as apostas de Lula para a última semana • Voto útil, Sudeste e evangélicos: as apostas de Flávio para a última semana • Hebdomada Papae: as notícias em latim • Quem chega melhor à reta final? Lula e Flávio disputam os últimos votos móveis • Em um minuto: o segundo dia do Papa na França
Ver Todas

Voto útil, Sudeste e evangélicos: as apostas de Flávio para a última semana

Atualizado em 27/09/2026 às 07:05 schedule 3 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O senador Flávio Bolsonaro (PL) entra na última semana antes do primeiro turno com uma ofensiva para reunir votos ainda divididos entre candidaturas de direita. A campanha combina agendas no Sudeste, apoio de lideranças regionais e um pedido direto de voto útil aos eleitores de Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

O movimento ocorre após o senador se aproximar numericamente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto da última semana. No Datafolha divulgado na quinta-feira (24), Lula aparece com 40% das intenções, contra 36% de Flávio. Cury tem 5%; Caiado, 4%; Renan, 3%; e Zema, 1%. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O PL considera essas candidaturas a principal reserva de votos disponível antes da eleição. Em uma simulação de segundo turno contra Lula, Flávio recebe 43% dos votos desses eleitores, enquanto Lula fica com 30%. Outros 26% indicam voto branco, nulo ou nenhum.

A ofensiva já aparece nas redes sociais e em discursos do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Publicações pedem que eleitores da direita abandonem outros candidatos e votem em Flávio ainda no primeiro turno, e o senador pede que os eleitores da direita não “desperdicem seus votos”.

Depois de passar pelo Nordeste, Flávio reforça a presença no Sudeste, principalmente em São Paulo e Minas Gerais. A meta é ampliar sua vantagem entre os paulistas e tentar terminar o primeiro turno à frente de Lula entre os mineiros. No Nordeste, a campanha busca apenas reduzir a vantagem histórica do PT. Minas recebeu atenção especial nos últimos dias, com agendas ao lado de Nikolas Ferreira (PL). Nesta sexta-feira (25), Flávio vai ao Rio de Janeiro e, depois, participa de um rodeio em Jaguariúna, no interior paulista, ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). São Paulo é estratégico por ser o maior colégio eleitoral do país e por permitir a associação com Tarcísio, com forte aceitação entre o eleitorado do estado.

Na quarta-feira (23), Flávio reuniu em São Paulo governadores, senadores e candidatos de diferentes estados. O grupo gravou vídeos e fez transmissões para os eleitorados locais. Participaram Tarcísio, o prefeito Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP), André do Prado (PL), Tereza Cristina (PP), Sergio Moro (PL) e outras lideranças. A ideia é adaptar a campanha nacional a cada estado, com o pedido de voto acompanhado de figuras conhecidas localmente. O eleitor evangélico continua no centro da reta final, com Flávio intensificando referências religiosas nos discursos e ampliando encontros com pastores e lideranças do segmento. A última frente é defensiva: evitar crises, com a campanha orientando apoiadores a ter cautela em entrevistas e declarações improvisadas sobre temas sensíveis. O debate da TV Globo, marcado para 1º de outubro, também faz parte da estratégia; Flávio indicou que só participará se Lula comparecer.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Nordeste, baixa renda e rua: as apostas de Lula para a última semana O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entra na última semana antes do primeiro turno com uma estratégia… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Redação