5 gráficos que mostram impacto do 2º mandato de Trump sobre a imigração nos EUA
A política migratória dos Estados Unidos se tornou mais restritiva no segundo mandato de Donald Trump, com a promessa de fechamento das fronteiras e deportações em massa sendo cumprida, segundo a BBC. O número de "encontros" de migrantes na fronteira sul, que havia superado 4,5 milhões entre 2023 e 2024 no governo Joe Biden, desabou após o retorno de Trump à Casa Branca, em 2025.
O governo americano acelerou a construção do muro na fronteira com o México, impulsionado por US$ 46,5 bilhões em novos fundos aprovados pelo Congresso. Desde então, foram concluídos mais 402 km de novos muros, com barreiras primárias, secundárias e aquáticas, além de meios tecnológicos de detecção. Antes do retorno de Trump, já existiam cerca de 1 mil km de muro principal e 120 km de muro secundário.
As detenções e deportações também dispararam. Em julho, quase 50 mil pessoas estavam detidas em centros de imigração, segundo o Projeto de Dados sobre Deportação, e o ICE expulsava em média 1.255 pessoas por dia, contra cerca de 770 nos últimos meses do governo Biden. Grande parte das detenções, porém, envolve pessoas sem condenações criminais: em julho, as prisões de imigrantes com antecedentes criminais atingiram o mínimo histórico de 27%.
Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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