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A educação clássica pode recuperar o que as universidades perderam: a lição dos EUA

Por Redação
Atualizado em 17/09/2026 às 12:05 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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As universidades americanas abandonaram a educação clássica e hoje se dedicam não apenas a desconstruir o cânone ocidental em sala de aula, mas também a dissolver a própria nação, avaliam Ryan Hammill e Pavlos Papadopoulos em artigo publicado pelo The Daily Signal. Segundo os autores, reformadores conservadores não se contentam em retroceder aos anos 2010 ou 1950: a tradição clássica que formou os Fundadores americanos foi repudiada há muito tempo, mas há esperança de restaurá-la — e, com ela, a república constitucional.

Os autores argumentam que escolas progressistas e o Estado administrativo trabalham juntos desde a Era Progressista para remodelar os Estados Unidos, seguindo o plano de John Dewey, que pretendia desvincular a educação do passado para formar disciplinas adequadas ao domínio burocrático. Como reação, dizem, os americanos estão despertando para o radicalismo desses projetos e revivendo a educação clássica nas escolas.

Para os articulistas, a educação clássica deve priorizar o latim, a história política, as biografias de grandes estadistas, a filosofia moral, os princípios de governo e a retórica. Uma formação verdadeiramente clássica, concluem, preparará a próxima geração para viver com mais felicidade na vida privada e com mais responsabilidade como cidadãos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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