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A morte é um Canto Gregoriano: é preciso entendê-la para não temê-la

Por Redação
Atualizado em 27/10/2026 às 19:20 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O jornalista e teólogo em formação Caio Castro Lima lança seu segundo livro, A Morte é um Canto Gregoriano – É Preciso Entendê-la para não Temê-la (Juruá Editora). Em 102 páginas, o autor propõe uma reflexão sobre a finitude humana a partir da fé cristã e da busca pelo sentido da vida, abordando sem tabu temas como medo, luto, saudade, amor, perdão e envelhecimento.

Criado no interior, Castro Lima acompanhava ainda menino os preparativos para velórios realizados nas casas da pequena cidade onde cresceu. Já formado em jornalismo e cursando teologia, tornou-se ministro Extraordinário da Consolação e Esperança (MECE), com atuação no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. A obra, prefaciada pelo padre Marcos Belizário, da Paróquia São Conrado de Constância, também percorre temas como ressurreição, esperança e consolação, além de discutir envelhecimento da população, cuidados paliativos e dignidade no processo de morrer, com explicações sobre conceitos de bioética como eutanásia, distanásia, ortotanásia, mistanásia e kalotanásia.

Segundo o autor, o “canto gregoriano” serve de metáfora para uma morte contemplada com serenidade, dignidade e sentido. “Minha proposta não é convencer ninguém a ser destemido ou tratar a morte de forma simples ou até simplória. Pretendo colaborar para torná-la menos assustadora. Mostrar caminhos de alívio, de paz”, explica. Para ele, a sociedade ainda tem dificuldade de lidar com o fim da vida. “Precisamos falar sobre isso”, completa.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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