Arquieparquia de Haifa condena vandalismo contra local de oração no norte de Israel
A Arquidiocese Maronita de Haifa condenou o ato de vandalismo registrado em 1º de novembro contra uma sala de oração maronita na cidade de Nahariya, no norte de Israel. Em comunicado, a arquidiocese afirmou que “tais atos não podem ser justificados nem tolerados” e pediu que as autoridades competentes realizem uma investigação sobre o ocorrido.
O templo atingido é uma sala de oração vinculada à comunidade maronita, igreja oriental católica em comunhão com Roma. A Arquidiocese de Haifa é a circunscrição eclesiástica que responde pelos maronitas na região de Haifa e da Galileia, área que abrange Nahariya.
A declaração da arquidiocese classifica o episódio como um ataque a um local de oração e sustenta que a inviolabilidade desses espaços deve ser respeitada. O pedido de apuração é dirigido às autoridades israelenses, responsáveis pela segurança pública no território onde o fato ocorreu.
Não há, no comunicado divulgado pela arquidiocese, detalhes sobre a extensão dos danos causados ao imóvel, sobre a identificação de suspeitos ou sobre a motivação do ato. Também não foram informadas providências já adotadas pelas forças de segurança locais.
A comunidade maronita mantém presença histórica no norte de Israel e na Galileia, com instituições religiosas e educacionais na região. A condenação da Arquidiocese de Haifa se soma a manifestações de lideranças cristãs que, em episódios anteriores, pediram proteção para locais de culto e apuração de atos de depredação contra templos.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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