— Carregando clima…
Última Hora
• Igreja Católica beatifica primeiros mártires pelo casamento em cerimônia nos EUA • Brasil projeta retorno ao grupo das oito maiores economias globais em 2027 • Eleitores dos EUA decidem futuro de propostas progressistas em plebiscitos • Ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos impulsiona direita na eleição do Senado • Cinco frades franciscanos são beatificados após morrerem defendendo o casamento • Trump afirma que Flávio pode ficar nos EUA “quanto tempo quiser” • Papa Leão XIV promove encontro histórico entre esporte e fé no Vaticano • Estudos científicos revelam pilares fundamentais para alcançar uma vida plena • Igreja Católica beatifica primeiros mártires pelo casamento em cerimônia nos EUA • Brasil projeta retorno ao grupo das oito maiores economias globais em 2027 • Eleitores dos EUA decidem futuro de propostas progressistas em plebiscitos • Ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos impulsiona direita na eleição do Senado • Cinco frades franciscanos são beatificados após morrerem defendendo o casamento • Trump afirma que Flávio pode ficar nos EUA “quanto tempo quiser” • Papa Leão XIV promove encontro histórico entre esporte e fé no Vaticano • Estudos científicos revelam pilares fundamentais para alcançar uma vida plena
Ver Todas

Brasil projeta retorno ao grupo das oito maiores economias globais em 2027

Por Redação
Atualizado em 01/11/2026 às 11:05 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O Brasil deve retomar o posto de oitava maior economia do mundo em 2027, superando Itália e Rússia no ranking de Produto Interno Bruto (PIB) nominal. A projeção consta em relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgado em Bangkok.

Segundo o levantamento, a subida brasileira combina fatores internos com a perda de ritmo de países concorrentes. O consumo das famílias e o mercado de trabalho seguem firmes no Brasil, enquanto Itália e Rússia enfrentam dificuldades. A economia italiana sofre com os altos custos de energia na Europa e a baixa confiança dos consumidores. Já a Rússia lida com os impactos econômicos e logísticos de sua guerra contra a Ucrânia.

O ranking do FMI é calculado com base no PIB nominal em dólares, o que significa que o Brasil pode ganhar posições se os outros países crescerem menos ou tiverem moedas mais desvalorizadas. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos dentro do país em determinado período. Convertido em dólares, funciona como uma régua internacional para comparar o tamanho das economias. Por isso, subir no ranking não equivale necessariamente a melhora na vida da população: o indicador sofre influência direta da cotação do dólar e do desempenho alheio.

Apesar da projeção favorável, o FMI faz alertas sobre a saúde financeira do governo brasileiro. O principal receio é a trajetória da dívida pública, que cresceu nove pontos percentuais sob a gestão atual e atingiu 82,9% do PIB. O Fundo enfatiza que o país precisa controlar o crescimento das despesas públicas e avançar em reformas que aumentem a produtividade. Outro ponto de atenção é a previsão de moderação no crescimento nos próximos dois anos, o que ajuda a controlar a inflação, mas vem acompanhado de estimativa de alta no desemprego, que pode passar de 6,2% para 6,8% em 2027.

O governo federal aposta no consumo das massas e no microcrédito como motores para manter a atividade aquecida. A tese defendida pela presidência é de que colocar recursos na mão de muitos brasileiros estimula a microeconomia e gera um ciclo de riqueza capaz de amortizar o peso da dívida pública com o tempo. Os dados atuais, no entanto, mostram sinais contraditórios: o PIB registra o quinto período consecutivo de desaceleração. Enquanto o Ministério da Fazenda espera expansão de 2,0% em 2026, o cenário convive com juros elevados, mantidos para frear a inflação que ainda preocupa os organismos internacionais.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Eleitores dos EUA decidem futuro de propostas progressistas em plebiscitos Eleitores americanos decidem em novembro temas como impostos para super-ricos, direito ao aborto e… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação