— Carregando clima…
Última Hora
• Saudação do Papa aos ativistas migrantes no centro de detenção do ICE em Chicago • Cosan, Vamos, Magalu e mais ações caem forte com disparada dos juros futuros • Anvisa suspende venda de linguiça defumada após detecção de bactéria • Assis, Marengo: a Mongólia, exemplo da contribuição das religiões para construir a paz • Anvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentares • Retinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticos • Cabo Delgado: “Não ficamos calados”, diz o bispo de Pemba • Moçambique. UCM apela à investigação científica ao serviço das Comunidades • Saudação do Papa aos ativistas migrantes no centro de detenção do ICE em Chicago • Cosan, Vamos, Magalu e mais ações caem forte com disparada dos juros futuros • Anvisa suspende venda de linguiça defumada após detecção de bactéria • Assis, Marengo: a Mongólia, exemplo da contribuição das religiões para construir a paz • Anvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentares • Retinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticos • Cabo Delgado: “Não ficamos calados”, diz o bispo de Pemba • Moçambique. UCM apela à investigação científica ao serviço das Comunidades
Ver Todas

Cabo Delgado: “Não ficamos calados”, diz o bispo de Pemba

Por Redação
Atualizado em 28/10/2026 às 19:20 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O bispo da Diocese de Pemba, em Moçambique, D. António Juliasse F. Sandramo, afirmou que a Igreja Católica não se cala diante da violência em Cabo Delgado, no norte do país. Em entrevista aos jornalistas Henrique Cunha, da Renascença, e Octávio Carmo, da Agência Ecclesia, ele relatou que cerca de 12 cristãos foram decapitados neste ano na região. “Esta é uma terra de mártires”, disse.

Segundo o bispo, passados nove anos desde o início dos ataques terroristas, em 5 de outubro de 2017, a insegurança continua. As estimativas mais recentes apontam mais de 6.600 vítimas mortais e mais de 1 milhão de pessoas deslocadas. D. António Juliasse afirmou não ver horizonte para o fim do conflito em pouco tempo e disse que a Igreja reza para que ele apareça.

Ele também relatou focos de subnutrição, sobretudo entre crianças, em várias aldeias e campos de reassentamento. Muitas organizações humanitárias estão impedidas de chegar a zonas consideradas de alto risco, confinadas às grandes vilas e à cidade de Pemba por causa dos raptos. O bispo alertou ainda para o risco de a guerra cair no esquecimento e defendeu que ficar calado diante da situação seria ser conivente com as mortes e o sofrimento.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Religião Saudação do Papa aos ativistas migrantes no centro de detenção do ICE em Chicago Um grupo de trinta pessoas da Coalizão para a Liderança Espiritual e Pública compareceu à Audiência Geral… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação