— Carregando clima…
Última Hora
• Trump afirma que Flávio pode ficar nos EUA “quanto tempo quiser” • Papa Leão XIV promove encontro histórico entre esporte e fé no Vaticano • Estudos científicos revelam pilares fundamentais para alcançar uma vida plena • Com viradas, Corinthians bate Palmeiras na semi do Paulista F Sub-20 • Coritiba derrota Vitória e volta a vencer depois de sete jogos: 2 a 0 • Esquecido no organograma, jovem de 27 anos vira aposta da Cisco para a era da IA • Na China, a guerra contra os mosquitos entrou na era da inteligência artificial • Ucranianos combatem russos dentro de gasodutos subterrâneos. Eu entrei em um deles • Trump afirma que Flávio pode ficar nos EUA “quanto tempo quiser” • Papa Leão XIV promove encontro histórico entre esporte e fé no Vaticano • Estudos científicos revelam pilares fundamentais para alcançar uma vida plena • Com viradas, Corinthians bate Palmeiras na semi do Paulista F Sub-20 • Coritiba derrota Vitória e volta a vencer depois de sete jogos: 2 a 0 • Esquecido no organograma, jovem de 27 anos vira aposta da Cisco para a era da IA • Na China, a guerra contra os mosquitos entrou na era da inteligência artificial • Ucranianos combatem russos dentro de gasodutos subterrâneos. Eu entrei em um deles
Ver Todas

De lenhador a sindicalista: quem são democratas que tentam retomar Senado nos EUA

Por Redação
Atualizado em 01/11/2026 às 06:35 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O Partido Democrata aposta em nomes fora da cúpula partidária para tentar recuperar o controle do Senado dos Estados Unidos, hoje dominado pelos republicanos, na eleição de terça-feira (3). Entre os candidatos estão um lenhador do norte do Maine, um seminarista presbiteriano do Texas e uma deputada estadual ligada aos Socialistas Democráticos da América. As campanhas concentram-se em temas como custo de vida e desigualdade econômica.

No Maine, Troy Jackson, de 58 anos, tenta converter sua trajetória como lenhador de quinta geração e ex-presidente do Senado estadual em trunfo eleitoral. Aliado de Bernie Sanders e integrante de sua campanha presidencial de 2016, ele assumiu a candidatura após a saída de Graham Platner, que abandonou a disputa depois de ser acusado de agressão sexual — acusação que nega. Jackson defende o Medicare for All, sistema público universal de saúde, além do aumento de impostos para bilionários e grandes empresas. Pesquisa Marist divulgada em 25 de outubro mostrava o democrata com 49% das intenções de voto, contra 47% da senadora republicana Susan Collins.

No Texas, James Talarico, de 37 anos, ex-professor e aspirante a pastor presbiteriano, tenta encerrar um jejum de quase quatro décadas sem um senador democrata eleito pelo estado. Após derrotar a deputada Jasmine Crockett na primária, ele enfrenta o republicano Ken Paxton, de 63 anos, que sobreviveu politicamente a anos de controvérsias com o apoio de Donald Trump. Levantamento do New York Times/Siena indica vantagem de Talarico, com 51% das intenções de voto, ante 45% do adversário.

Na Flórida, a deputada estadual Angie Nixon, de Jacksonville e organizadora sindical, tornou-se a primeira integrante dos Socialistas Democráticos da América a conquistar a indicação democrata para uma disputa ao Senado. Ela surpreendeu ao derrotar nas prévias o tenente-coronel reformado Alexander Vindman, que arrecadou mais de 17 vezes o valor obtido por ela para a campanha. A republicana Ashley Moody, nomeada para ocupar a vaga deixada por Marco Rubio, tem buscado vinculá-la a posições radicais e a classifica como comunista, definição rejeitada pela democrata. Às vésperas da eleição, Moody mantinha vantagem de cerca de quatro pontos percentuais nas pesquisas.

Para James Green, historiador da Universidade Brown e diretor do Washington Brazil Office, a disputa na Flórida servirá como termômetro da capacidade de candidatos mais à esquerda conquistarem espaço em estados onde os republicanos seguem dominantes. Nem todos os estados competitivos apostaram em nomes de perfil mais ideológico: em disputas consideradas estratégicas, os democratas lançaram candidatos mais conhecidos do eleitorado, como o ex-governador Roy Cooper, na Carolina do Norte, o ex-senador Sherrod Brown, em Ohio, e a ex-deputada Mary Peltola, no Alasca. Em Michigan, a vitória de Abdul El-Sayed sobre a deputada Hallie Stevens na primária reacendeu o debate interno sobre o rumo do partido. Segundo Green, se a maioria desses candidatos vencer, ganhará força o argumento de que a legenda precisa dar uma guinada à esquerda para manter e ampliar sua base eleitoral.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Educacão Esquecido no organograma, jovem de 27 anos vira aposta da Cisco para a era da IA A geração Z parece não ter trégua. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação