Debate é cancelado após intervenções judiciais. As pesquisas na reta final
O último debate presidencial televisivo programado antes do primeiro turno das eleições de 2026, que seria exibido pela TV Globo, foi cancelado nesta quinta-feira (1º) após uma sequência de decisões judiciais. Segundo o relato publicado pela Gazeta do Povo, o TSE proibiu a exibição da cadeira vazia de Lula, que não iria ao programa. Diante da decisão, Flávio Bolsonaro anunciou a desistência.
Em seguida, uma outra decisão, essa do STF, determinou a inclusão de Renan Santos no debate. Foi então que a Globo informou o cancelamento, alegando "insegurança jurídica" e "interferência indevida". Após o cancelamento, os candidatos Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Augusto Cury criticaram as decisões judiciais e falaram em "colapso da democracia".
O episódio também envolveu o ministro Gilmar Mendes, que, conforme o texto, atropelou Cármen Lúcia e Nunes Marques, mandou recados e aprofundou o embate entre ministros. Na reta final, o Datafolha divulgou nova pesquisa sobre a disputa presidencial, e o chamado "voto útil" passou a ser tratado pelas duas campanhas como estratégia, fazendo do primeiro turno uma espécie de plebiscito. Os números da pesquisa não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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Por Redação