Desconto de até 99% em dívidas: Serasa renegocia quase 9 milhões de débitos
Serasa e Mercado Pago lançam campanha com desconto de até 99% em dívidas
A Serasa anunciou, em parceria com o Mercado Pago, o lançamento da campanha "Todo Mundo Ama Cupom em Dobro" para renegociação de dívidas. Segundo a empresa, 8,7 milhões de débitos podem ser quitados com o percentual máximo de abatimento de 99%. A ação também oferece cupons que somam até R$ 500 para compras no Mercado Livre.
A companhia informou que mais de 1,6 milhão de brasileiros podem ter uma ou mais dívidas com desconto máximo dentro da campanha. Somente no Estado do Rio de Janeiro, são mais de 911 mil ofertas com o abatimento máximo, beneficiando mais de 174 mil consumidores. A iniciativa conta com mais de duas mil empresas parceiras do Serasa Limpa Nome, incluindo pendências com bancos, varejistas, financeiras, securitizadoras e concessionárias de contas básicas, como água, luz e gás.
Quem fechar o acordo à vista utilizando o cupom recebe, além do desconto extra na negociação, um segundo cupom para compras no Mercado Livre. O benefício pode ser usado com o saldo em conta ou o "Cofrinho Mercado Livre" como forma de pagamento.
A ação ocorre em um momento em que o país registra mais de 83,9 milhões de inadimplentes, o que representa 51,04% da população adulta. No Rio de Janeiro, são mais de oito milhões de pessoas nessa situação, correspondendo a 59,53% dos cidadãos fluminenses adultos. No estado, as principais dívidas são com contas básicas (31,91%), bancos e cartões (26,25%) e financeiras (20,86%).
Para negociar, o consumidor deve atualizar ou baixar o aplicativo da Serasa ou acessar o site, escolher a dívida e ativar o cupom de desconto disponível na oferta. Após o pagamento à vista, o cliente recebe por e-mail o aviso de que o cupom para compras no Mercado Livre está disponível. Em seguida, é preciso acessar o link recebido, concluir a ativação no ambiente do Mercado Pago e utilizar o saldo em conta ou o "Cofrinho Mercado Livre" na próxima compra.
Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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