— Carregando clima…
Última Hora
• Dom Inácio Saúre exorta seminaristas à humildade e ao serviço dos outros • Bombardeio russo atinge escola utilizada como centro de ajuda humanitária • Quem é Jesus de Miguel, jogador de futebol espanhol que morreu após choque com goleiro em partida • Quem vai ganhar as midterms? Os gráficos que mostram como a eleição dos EUA será decidida • Eleições nos EUA: como apoio a Israel e guerra em Gaza afetam disputa ao Senado • De onde vêm os símbolos e cores dos partidos dos EUA? • PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone • PETR4: Por que ações da Petrobras caem mais de 3% nesta terça? • Dom Inácio Saúre exorta seminaristas à humildade e ao serviço dos outros • Bombardeio russo atinge escola utilizada como centro de ajuda humanitária • Quem é Jesus de Miguel, jogador de futebol espanhol que morreu após choque com goleiro em partida • Quem vai ganhar as midterms? Os gráficos que mostram como a eleição dos EUA será decidida • Eleições nos EUA: como apoio a Israel e guerra em Gaza afetam disputa ao Senado • De onde vêm os símbolos e cores dos partidos dos EUA? • PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone • PETR4: Por que ações da Petrobras caem mais de 3% nesta terça?
Ver Todas

Empresas de tecnologia devem enfrentar processos sobre vício em redes sociais

Por Redação
Atualizado em 11/08/2026 às 11:30 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Tribunal dos EUA libera andamento de ações contra Meta e Google por vício em redes sociais

Um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos decidiu nesta segunda-feira permitir o prosseguimento de milhares de ações judiciais contra a Meta Platforms e o Google, da Alphabet, relacionadas ao vício em redes sociais. A decisão abre caminho para que as empresas enfrentem na Justiça acusações de que suas plataformas contribuem para danos à saúde mental de usuários, especialmente adolescentes.

Os processos, movidos por famílias e procuradores-gerais de diferentes estados americanos, argumentam que as companhias projetaram deliberadamente recursos viciantes em plataformas como Instagram, Facebook e YouTube. As alegações incluem a utilização de algoritmos que maximizam o tempo de uso e a exposição a conteúdos nocivos, sem medidas adequadas de proteção a menores.

A corte de apelações rejeitou, em parte, os argumentos das empresas de que estariam protegidas pela Seção 230 do Communications Decency Act, legislação que tradicionalmente isenta plataformas digitais de responsabilidade sobre o conteúdo publicado por terceiros. Os magistrados entenderam que as acusações sobre o design dos produtos e a conduta das companhias podem ser examinadas pelo Judiciário.

Meta e Google ainda não se manifestaram publicamente sobre o teor completo da decisão. Os desdobramentos processuais devem ocorrer nas próximas semanas, com a definição de calendários para audiências e análise de mérito das ações. O caso é acompanhado de perto pelo setor de tecnologia, por representar um possível precedente sobre a responsabilidade civil das plataformas em questões de saúde pública.

Leia a seguir Tecnologia Natascha Falcão lança música gravada para trilha da novela 'Lá na minha terra' Natascha Falcão canta a música inédita 'Desafio de amar' na trilha sonora da novela 'Lá na minha terra' Maria… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação