— Carregando clima…
Última Hora
• Dow Jones Futuro sobe após vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato • Em meio a incertezas, Copom pode redefinir humor dos ativos brasileiros? • Sem Maduro e com terremotos na memória, Venezuela volta a antecipar o Natal • Copom decide taxa de juros sob pressão inflacionária e desconfiança do mercado • Que pergunta Jeff Bezos fez para decidir se largaria Wall Street e fundaria a Amazon? • C&A, Riachuelo e Azzas: o que balanços das varejistas trarão no 3º trimestre? • Adaptação climática requer US$ 1,2 tri por ano até 2050, mas 60% estão travados • Voos de baixo custo na Europa estão com os dias contados? Tarifas tendem a subir • Dow Jones Futuro sobe após vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato • Em meio a incertezas, Copom pode redefinir humor dos ativos brasileiros? • Sem Maduro e com terremotos na memória, Venezuela volta a antecipar o Natal • Copom decide taxa de juros sob pressão inflacionária e desconfiança do mercado • Que pergunta Jeff Bezos fez para decidir se largaria Wall Street e fundaria a Amazon? • C&A, Riachuelo e Azzas: o que balanços das varejistas trarão no 3º trimestre? • Adaptação climática requer US$ 1,2 tri por ano até 2050, mas 60% estão travados • Voos de baixo custo na Europa estão com os dias contados? Tarifas tendem a subir
Ver Todas

Encontro com Vorcaro e pressão sobre a PF: o que pesa contra André Mendonça

Por Redação
Atualizado em 15/09/2026 às 19:10 schedule 4 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O ministro André Mendonça passou a ser alvo de questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) após conduzir investigações ligadas ao Banco Master e determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A atuação do próprio ministro deve ser analisada pelo plenário na próxima quarta-feira (23). Mendonça nega irregularidades, e não há conclusão do Supremo de que ele tenha praticado algum ilícito.

Uma das acusações foi apresentada por Alexandre de Moraes. Segundo ele, relatórios de inteligência da PF registram episódios em que Mendonça teria pressionado investigadores a adotar medidas contra o próprio Moraes. O ministro também sustenta que Mendonça teria pedido sua inclusão e a do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em uma colaboração premiada, mesmo sem elementos que justificassem a medida. Na sessão desta terça-feira (15), Moraes afirmou ter testemunhas dos episódios e disse que pretende pedir que sejam ouvidas. Os relatos da inteligência policial ainda precisam ser corroborados por outras provas.

Outra frente envolve a decisão de Mendonça que afastou Andrei Rodrigues da direção-geral da PF e Leandro Almada da Diretoria de Inteligência. O ministro justificou a medida alegando ter sido alvo de monitoramento ilegal e sistemático pela inteligência da corporação. Os documentos citados por ele, no entanto, não apontavam vigilância física, interceptações telefônicas ou rastreamento de localização. Andrei negou qualquer monitoramento ilegal e afirmou, em manifestação enviada a Fachin, que os documentos eram análises regulares de inteligência produzidas em cumprimento a determinações judiciais de Moraes, sem coleta clandestina de informações. A decisão provocou disputa interna: Flávio Dino determinou a reintegração dos dois dirigentes, e Fachin interveio para suspender as decisões conflitantes.

Os contatos pessoais entre Mendonça e Daniel Vorcaro também integram os questionamentos. Um deles ocorreu em março de 2025, quando, segundo o gabinete do ministro, a conversa tratou de questão jurídica envolvendo créditos de precatórios de interesse do Banco Master. A defesa de Mendonça afirma que sua atuação posterior foi contrária à posição do empresário. O ministro também recebeu Vorcaro em seu gabinete em outro episódio, quando o banqueiro relatou ameaças e pediu para ser ouvido. Segundo o gabinete, um representante do Ministério Público acompanhou o depoimento, e a Polícia Federal não participou. O encontro de março ocorreu antes de Mendonça assumir a relatoria das investigações sobre o Master.

Nesta terça-feira, Flávio Dino enviou a Fachin novos elementos para exame no procedimento sobre Mendonça. Dino citou o Instituto Iter, do qual Mendonça foi sócio até setembro, contratos mantidos pelo instituto com o poder público e possíveis conexões empresariais com pessoas ligadas ao entorno do Banco Master. O material surgiu de uma ação sobre a concessão de cemitérios privados em São Paulo. Dino também relacionou os fatos ao encontro com Vorcaro em março de 2025, mas deixou expresso que as coincidências apontadas não demonstram, por si mesmas, relação causal ou interferência de interesses privados em decisões judiciais. O pedido é que os elementos sejam esclarecidos com contraditório e ampla defesa caso o plenário autorize o avanço da apuração.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Maria Bethânia e Roberto Carlos estreitam laços de quase 60 anos no próximo especial de Natal do cantor Maria Bethânia e Roberto Carlos – vistos no especial do cantor em 1979 – se reencontram na gravação do… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação