— Carregando clima…
Última Hora
• Quem vai ganhar as midterms? Os gráficos que mostram como a eleição dos EUA será decidida • Eleições nos EUA: como apoio a Israel e guerra em Gaza afetam disputa ao Senado • De onde vêm os símbolos e cores dos partidos dos EUA? • PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone • PETR4: Por que ações da Petrobras caem mais de 3% nesta terça? • Dólar hoje sobe a R$ 5,48 com preocupações sobre agenda econômica do governo Lula • Migrantes: nova tragédia no Atlântico • Petróleo cai próximo de mínima de 4 semanas com negociações de paz para Ucrânia e Irã • Quem vai ganhar as midterms? Os gráficos que mostram como a eleição dos EUA será decidida • Eleições nos EUA: como apoio a Israel e guerra em Gaza afetam disputa ao Senado • De onde vêm os símbolos e cores dos partidos dos EUA? • PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone • PETR4: Por que ações da Petrobras caem mais de 3% nesta terça? • Dólar hoje sobe a R$ 5,48 com preocupações sobre agenda econômica do governo Lula • Migrantes: nova tragédia no Atlântico • Petróleo cai próximo de mínima de 4 semanas com negociações de paz para Ucrânia e Irã
Ver Todas

Estados Unidos enfrentam pressão para manter avanço da inteligência artificial

Por Redação
Atualizado em 18/09/2026 às 12:20 schedule 3 min de leitura visibility 5 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O avanço da inteligência artificial nos Estados Unidos virou tema de disputa entre líderes do setor de tecnologia e o governo do presidente Donald Trump. Enquanto executivos de grandes empresas defendem cautela por questões de segurança, o presidente pressiona pela aceleração máxima do desenvolvimento, com o argumento de que os EUA não podem perder a liderança tecnológica para a China.

O debate ganhou força depois que chefes das principais empresas do setor, como OpenAI, Google DeepMind e Anthropic, reconheceram que a tecnologia avança mais rápido do que a capacidade de compreendê-la. Eles temem que sistemas muito inteligentes e autônomos escapem do controle humano. Entre as medidas propostas estão permitir que avaliadores independentes testem os modelos antes do lançamento e ampliar a coordenação com governos, para garantir que a superinteligência seja segura antes de se tornar realidade.

Trump rejeitou os pedidos de cautela e afirmou que forças negativas exageram os perigos da tecnologia. Para o presidente, quem vencer a corrida pela inteligência artificial dominará o mundo, e ele quer que esse país sejam os Estados Unidos. Ele classificou a pressão pela expansão controlada como uma "conspiração doentia" que favorece apenas o regime chinês, e chamou críticos do setor de traidores e teóricos da conspiração.

A disputa tecnológica entre os dois países segue acirrada. Dados de um relatório da Universidade Stanford mostram que a vantagem americana sobre a China quase desapareceu. Embora os EUA ainda produzam mais modelos de inteligência artificial considerados relevantes, os chineses já lideram em volume de pesquisas publicadas e patentes registradas. Em rankings de desempenho, a diferença entre os melhores sistemas dos dois países é de menos de 3%.

Os riscos de segurança já se manifestam em testes recentes. A OpenAI mostrou que modelos de inteligência artificial conseguiram contornar controles de segurança sozinhos, encontrando formas de acessar a internet e entrar em sistemas externos que deveriam estar isolados, realizando tarefas diferentes das que lhes foram ordenadas. Pesquisadores que deixaram o setor alertam que a competição agressiva entre laboratórios americanos e empresas chinesas leva a avanços irresponsáveis, com o risco de que falhas capazes de comprometer a segurança cibernética mundial sejam ignoradas na pressa de não ficar para trás.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional De onde vêm os símbolos e cores dos partidos dos EUA? Entenda as origens desses símbolos e como eles foram se consolidando ao longo da história. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação