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Merz critica leis antiterrorismo após ataque mortal no Orgulho de Berlim

Por Redação
Atualizado em 16/08/2026 às 17:55 schedule 2 min de leitura visibility 8 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Merz critica leis antiterrorismo após ataque mortal no Orgulho de Berlim

O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, defendeu nesta segunda-feira um endurecimento das leis antiterrorismo do país, após o ataque que matou uma pessoa durante a parada do Orgulho LGBT em Berlim. Em declarações à imprensa, Merz afirmou que o caso expõe falhas no sistema de monitoramento de suspeitos de extremismo e pediu regras mais rígidas para o acompanhamento de indivíduos considerados perigosos.

De acordo com as autoridades alemãs, o suspeito do ataque havia tentado se juntar ao grupo extremista Estado Islâmico e foi liberado da detenção em maio, poucos meses antes do incidente. A informação gerou críticas da oposição e de grupos de direitos humanos, que questionam como o homem, já identificado como simpatizante do grupo terrorista, estava em liberdade no momento do ataque.

O ataque ocorreu no domingo, durante o evento anual que reúne milhares de pessoas na capital alemã. A polícia ainda investiga a motivação exata do crime, mas as autoridades tratam o caso como possível ato de terrorismo. O suspeito foi preso em seguida e permanece sob custódia.

Merz afirmou que o governo federal deve revisar os procedimentos de vigilância e a legislação atual, que, segundo ele, não oferece ferramentas suficientes para impedir que suspeitos de ligações com o extremismo circulem livremente. O chanceler também sinalizou que pretende discutir o tema com os ministros da Justiça e do Interior nos próximos dias.

A comunidade LGBT local manifestou consternação com o ocorrido e cobrou respostas rápidas das autoridades. O prefeito de Berlim classificou o ataque como "um atentado contra a diversidade da cidade" e anunciou medidas de segurança adicionais para eventos públicos. A investigação segue em andamento, e os detalhes sobre o planejamento do ataque ainda não foram divulgados pelas autoridades.

Esta matéria foi publicada primeiro em The New York Times (World) e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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