— Carregando clima…
Última Hora
• Pe. Mykhaylo Chaban: “Educar os jovens hoje é construir a Ucrânia de amanhã” • Evangelho de 28 de outubro • 3º tri de shoppings deve ter crescimento moderado por juros; veja o que esperar • Santander Brasil supera em lucro, mas inadimplência segue no radar; ação cai forte • Hypera (HYPE3) sobe na contramão do Ibovespa após balanço positivo no 3º tri • Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil • Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital • O Papa: redescobrir Maria como pilar do diálogo e caminho para a paz • Pe. Mykhaylo Chaban: “Educar os jovens hoje é construir a Ucrânia de amanhã” • Evangelho de 28 de outubro • 3º tri de shoppings deve ter crescimento moderado por juros; veja o que esperar • Santander Brasil supera em lucro, mas inadimplência segue no radar; ação cai forte • Hypera (HYPE3) sobe na contramão do Ibovespa após balanço positivo no 3º tri • Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil • Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital • O Papa: redescobrir Maria como pilar do diálogo e caminho para a paz
Ver Todas

Michelle e Carlos não se gostam, mas vão tentar manter bolsonarismo vivo, aponta Sérgio Abranches

Por Redação
Atualizado em 27/10/2026 às 19:55 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O sociólogo e cientista político Sérgio Abranches avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia seu último mandato diante do desafio de construir maiorias em um Legislativo com oposição fortalecida. Para isso, precisará contornar a rivalidade formada na eleição e atrair legendas bolsonaristas, como parte do próprio PL, para montar uma coalizão funcional com o PT.

Abranches é autor do livro Presidencialismo de coalizão: Raízes e evolução do modelo político brasileiro e criou, nos anos 1980, o conceito que descreve as relações institucionais entre Executivo e Legislativo no desenho político brasileiro. Em entrevista à BBC News Brasil, ele afirmou que Lula precisará incluir partidos que elegeram poucos deputados e transformar algumas siglas bolsonaristas em aliadas do governo no Centrão. "Se não, ele não conseguirá governar", disse.

O próprio Lula indicou que pretende seguir esse caminho. Após a oficialização do resultado, em discurso em um hotel de São Paulo, afirmou: "Eu não escolhi o Congresso. Foi o povo que escolheu e é com ele que eu vou votar, vou trabalhar e vou aprovar as coisas".

Na avaliação de Abranches, boa parte dos congressistas de partidos de direita, como o PL, tenderá a aceitar integrar a coalizão governista. Ele lembrou que a sigla ficou forte no Congresso, com a maior bancada da Câmara, de 121 deputados, e 19 senadores. "Isso deu uma sobrevida parlamentar à extrema-direita, mas a centro-direita vai migrar para a coalizão do Lula, e é aí que ela poderá usar as suas lideranças democráticas para fazer um contraponto conservador, de centro-direita, ao PT e ao PSB", argumenta. "Eles ainda querem ir para o governo, ainda querem ser ministros, ainda querem dirigir certas organizações", completa.

Será nessa relação institucional que, segundo o cientista político, uma "direita democrática" pode se impor sobre a direita radical. Na entrevista, Abranches também discutiu os motivos que levaram o petista à segunda reeleição e a continuidade do bolsonarismo como força política após a segunda derrota seguida nas urnas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil Em carta divulgada nesta quarta-feira (28) por aliados, o senador Flávio Bolsonaro (PL) se declarou, sem… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação