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O bom problema da Divina Terra: a alimentação saudável virou febre

Por Redação
Atualizado em 19/09/2026 às 10:50 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A rede de alimentação saudável Divina Terra vive um bom problema: o nicho em que nasceu, há 15 anos, virou febre. O sucesso trouxe novos clientes, mas também novos concorrentes — supermercados, farmácias e atacadistas passaram a oferecer produtos parecidos. Segundo Sérgio Costa, sócio da rede, o custo da proteína de whey aumentou três vezes no último ano e deve subir novamente.

Para crescer dos atuais 80 pontos de venda para 100, a empresa aposta em três estratégias. A primeira é a virada de bandeira: absorver comércios independentes que já têm clientes e localização, mas não têm poder de negociação com fornecedores nem suporte de marketing. O comerciante passa a pagar royalties, em valor menor que o de uma franquia. Os dois primeiros testes, em Farroupilha (RS) e Florianópolis (SC), completaram um ano.

A segunda é a loja compacta em formato container, com custo inicial de abertura abaixo de R$ 300 mil, contra R$ 400 mil de uma loja de rua convencional, podendo ser instalada em postos de gasolina e redes de atacarejo. A terceira são as vending machines, que passarão a vender sachês de whey de dose única, granéis e suplementos em academias, empresas e mercados. O fundador, Marcos Costacurta, começou com uma sala de 30 metros quadrados em São Leopoldo (RS); segundo Sérgio, a pandemia de Covid-19 dobrou o faturamento da rede nos meses seguintes.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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