O hack do Zoom que diz: ‘Não me grave’
Uma nova ferramenta chamada “Não me grave” promete dar aos usuários do Zoom um controle inédito sobre o que acontece com suas conversas. A solução, que circula como uma espécie de “hack” para a plataforma, impede que reuniões, conversas de corredor e encontros virtuais sejam transcritos ou resumidos por sistemas de inteligência artificial.
A proposta levanta uma questão incômoda em um momento em que a gravação e o resumo automático de reuniões se tornaram prática comum no ambiente corporativo: se toda conversa é capturada e sintetizada por máquinas, quem está de fato lendo — e usando — todo esse material? A ferramenta surge como uma resposta direta à crescente vigilância digital no trabalho, devolvendo aos participantes a escolha de permanecer fora do registro automático.
Os detalhes técnicos sobre o funcionamento do recurso e sua disponibilidade oficial ainda não foram divulgados pela empresa. A iniciativa, no entanto, já acende o debate sobre os limites da coleta de dados em plataformas de comunicação profissional.
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Redação