— Carregando clima…
Última Hora
• Igreja chamada a defender justiça, direitos humanos e comunidades vulneráveis • Koovakad sobre cristãos e sikhs: a devoção é inseparável ao cuidado às pessoas • Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? • ONS fará operação especial para garantir energia no segundo turno • Forças Armadas mobilizam 25 mil militares para o segundo turno • Segundo turno: saiba como consultar local de votação para domingo • Flávio propõe retomada de privatizações; Lula quer fortalecer empresas • Primeiro governador, depois presidente: saiba qual a ordem de votação • Igreja chamada a defender justiça, direitos humanos e comunidades vulneráveis • Koovakad sobre cristãos e sikhs: a devoção é inseparável ao cuidado às pessoas • Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? • ONS fará operação especial para garantir energia no segundo turno • Forças Armadas mobilizam 25 mil militares para o segundo turno • Segundo turno: saiba como consultar local de votação para domingo • Flávio propõe retomada de privatizações; Lula quer fortalecer empresas • Primeiro governador, depois presidente: saiba qual a ordem de votação
Ver Todas

O que os pais podem ensinar aos filhos durante a eleição

Por Redação
Atualizado em 22/10/2026 às 12:05 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Em períodos eleitorais, a atenção do país se volta para propostas, declarações e confrontos entre candidatos. Mas há outra dimensão do processo que costuma passar despercebida: o que as crianças aprendem ao acompanhar não apenas o debate político, mas também a reação dos adultos a ele. A observação é da pedagoga e psicopedagoga Miriã Salles, em artigo publicado no jornal Gazeta do Povo.

Segundo ela, crianças e adolescentes não escutam apenas o que lhes é dito — observam sobretudo o comportamento dos adultos quando estes não estão tentando ensinar. Reações no trânsito, o modo de tratar quem atende no mercado, a forma de lidar com uma derrota e os comentários feitos nas redes sociais compõem o repertório a partir do qual os jovens interpretam situações e fazem escolhas. A autora cita os estudos do psicólogo Albert Bandura sobre a aprendizagem por observação.

Miriã defende que não é preciso esconder posições nem criar uma falsa aparência de unanimidade diante das crianças. É possível mostrar que pessoas com ideias diferentes não precisam se tornar inimigas e que escutar não significa concordar. Para ela, as eleições podem ser uma oportunidade de humanização das relações — sem confundir divergências democráticas com discursos que atacam direitos ou negam a dignidade de grupos. A pedagoga conclui que educar exige que os adultos continuem educando a si mesmos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? Saiba como vai funcionar a votação do segundo turno das eleições, que definirão a disputa pela Presidência e… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação