— Carregando clima…
Última Hora
• Composição conservadora do Senado aumenta chances de aprovar o homeschooling • Grêmio avança à final da Copa do Brasil após empate com Atlético-MG • Como é o bairro humilde abalado pela violência visitado pelo papa Leão 14 na capital do Uruguai • Inventário, testamento ou doação em vida? Saiba como evitar custos e brigas • O que um Congresso democrata poderia significar para a ciência nos EUA? • Uma cúpula Trump-Putin-Xi? Isso pode ser constrangedor para um deles • Por que até seus melhores funcionários contornam sistemas de IA que funcionam? • O primeiro dia de Leão no Uruguai: uma recepção de braços aberto • Composição conservadora do Senado aumenta chances de aprovar o homeschooling • Grêmio avança à final da Copa do Brasil após empate com Atlético-MG • Como é o bairro humilde abalado pela violência visitado pelo papa Leão 14 na capital do Uruguai • Inventário, testamento ou doação em vida? Saiba como evitar custos e brigas • O que um Congresso democrata poderia significar para a ciência nos EUA? • Uma cúpula Trump-Putin-Xi? Isso pode ser constrangedor para um deles • Por que até seus melhores funcionários contornam sistemas de IA que funcionam? • O primeiro dia de Leão no Uruguai: uma recepção de braços aberto
Ver Todas

O que um Congresso democrata poderia significar para a ciência nos EUA?

Por Redação
Atualizado em 08/11/2026 às 08:20 schedule 3 min de leitura visibility 5 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O governo de Donald Trump assumiu o poder disposto a enfraquecer o modelo de financiamento à pesquisa criado no pós-guerra, que fez dos Estados Unidos o principal motor mundial de descobertas científicas. Boa parte dessa agenda — cancelar estudos, reduzir o número de cientistas e ampliar a supervisão política sobre a concessão de recursos — avançou sem a cooperação do Congresso, que, mesmo sob controle republicano, resistiu a tentativas da Casa Branca de reformular a estrutura de pesquisa do país.

Com os democratas assumindo o controle do Congresso, parte dos parlamentares promete ir além da defesa e começar a reverter mudanças implementadas no governo Trump. Ainda não está claro se isso de fato ocorrerá. “A realidade é que a maior parte das manobras tem vindo do governo”, disse Jeremy Berg, ex-diretor dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH). “E isso provavelmente continuará.”

Nos últimos dois anos, o Congresso liderado pelos republicanos rejeitou cortes propostos para o orçamento do NIH, bloqueou planos de formalizar o controle político sobre a concessão de recursos e limitou o poder de autoridades de saúde de reduzir financiamentos. Ainda assim, o governo recorreu a decretos, cortes de pessoal, novas camadas de revisão política e manobras burocráticas para desacelerar gastos com pesquisa. Após a eleição, a senadora Patty Murray, principal democrata no Comitê de Apropriações do Senado, escreveu na rede social X que “o poder sobre o orçamento pertence ao Congresso”. Parlamentares poderiam ampliar a fiscalização sobre recursos retidos e limitar reduções no número de financiamentos.

A deputada Zoe Lofgren, que busca liderar o Comitê de Ciência da Câmara, afirmou que os parlamentares precisam ser mais “prescritivos” e definir como o dinheiro federal deve ser gasto. “Em alguns casos, o dano não pode ser desfeito”, disse, citando cientistas mais jovens que deixaram suas áreas ou se mudaram para o exterior. “Mas podemos evitar que isso continue.” Para Sudip Parikh, diretor-executivo da Associação Americana para o Avanço da Ciência, a turbulência veio principalmente da Casa Branca e do Escritório de Gestão e Orçamento (OMB): “A mudança no Congresso não necessariamente resolverá tudo isso.”

Com os novos processos, os pedidos de financiamento passaram a ser examinados em busca de terminologias consideradas indesejáveis e, em alguns casos, avaliados por nomeados políticos. Ryan D. Enos, cientista político de Harvard, lembrou que a ciência americana prosperou com o volume de recursos federais para pesquisa básica após a Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria, mas dependia de financiamento estável e previsível. “É um mundo muito diferente agora”, afirmou.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Grêmio avança à final da Copa do Brasil após empate com Atlético-MG O Grêmio é o primeiro finalista da Copa do Brasil. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação