Os lutadores brasileiros de MMA e astros do Jiu-Jitsu mais bem pagos
O Brasil revelou campeões que transformaram resultados esportivos em carreiras globais. No MMA, bolsas por luta, bônus e participação em pay-per-view podem gerar receitas expressivas, embora os contratos do UFC raramente sejam publicados por completo. No grappling, a situação é ainda menos transparente: prêmios de torneios representam apenas parte do faturamento, enquanto seminários, patrocínios, academias e cursos digitais podem gerar receitas maiores. Por isso, "mais bem pago" não significa necessariamente "mais rico".
Entre os brasileiros, Alex Pereira acumulou receita estimada superior a US$ 10 milhões em suas primeiras grandes lutas no UFC, com pagamentos entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões por grande evento. Anderson Silva recebeu pelo menos US$ 8,7 milhões em bolsas divulgadas, e Charles Oliveira superou US$ 10 milhões em receitas brutas estimadas, incluindo um recorde de 20 bônus pós-luta. José Aldo acumulou cerca de US$ 9 milhões, enquanto Vitor Belfort faturou entre US$ 5 milhões e US$ 7 milhões. Amanda Nunes, por sua vez, somou aproximadamente US$ 4,5 milhões a US$ 5 milhões em pagamentos reportados. Os valores são brutos e não descontam impostos, comissões ou despesas de preparação.
Esta matéria foi publicada primeiro em Pragmatismo Político e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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