PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone
A Polícia Federal informou que a investigação começou em agosto de 2026, depois do envio de mensagens eletrônicas com ameaças de morte e ataques de cunho racista e misógino dirigidos à parlamentar e à sua família. Segundo a corporação, também houve divulgação não autorizada de dados pessoais da vítima.
Durante a operação desta terça-feira, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município de Teresópolis, no Rio de Janeiro, expedido pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal. A PF identificou um suspeito de autoria das mensagens, que havia sido preso em Teresópolis por suspeita de envolvimento em outro crime.
Batizada de Mahin, a operação também investiga a prática dos mesmos crimes contra familiares de Talíria Petrone. De acordo com a Polícia Federal, as diligências buscam reunir novos elementos para esclarecer as circunstâncias dos fatos e aprofundar a apuração das condutas investigadas.
A assessoria da deputada afirmou à Agência Brasil que ainda não dispõe de todas as informações relativas à operação. Segundo a assessoria, as ameaças recebidas pela parlamentar ao longo do tempo foram "devidamente registradas junto às autoridades competentes".
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