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Reflexão para o XXV Domingo do Tempo Comum

Por Redação
Atualizado em 19/09/2026 às 07:35 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A liturgia do XXV Domingo do Tempo Comum convida a uma correção de rota no modo como os fiéis interpretam os acontecimentos da vida. Segundo a reflexão, é equivocado pensar que as coisas boas que acontecem a alguém são consequência de méritos próprios, assim como atribuir a infortúnios um caráter de castigo. Essa forma de pensar, diz o texto, não é cristã.

O Cristianismo trabalha com a gratuidade, isto é, com a ação de Deus, que é Pai e é Amor. Deus ama não pelo bem que se faz nem deixa de amar pelos erros cometidos. A reflexão lembra que, ao criar, Deus amou primeiro, sem nenhum mérito humano, e assim continua. O tema é retomado na primeira leitura, com Isaías: "Meus pensamentos não são como vossos pensamentos e meus caminhos não são como os vossos caminhos, diz o Senhor!" (Is 55, 8).

Jesus referenda essa ideia com a parábola do patrão generoso, que paga a mesma quantia aos que começaram pela manhã e aos contratados no fim do dia. Diante das reclamações, o patrão responde: "Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?" (Mt 20,15). Para a reflexão, a justiça do Reino de Deus é dar a cada um o que precisa para viver e viver abundantemente, ainda nesta terra — e a igualdade deve acontecer já nesta vida, não apenas na outra.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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