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Santa Sé: continuar a luta contra a cristianofobia e a intolerância religiosa

Atualizado em 30/09/2026 às 18:35 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas, o arcebispo El Kassis, defendeu que a comunidade internacional reconheça e denuncie a cristianofobia entre as formas de violência dirigidas contra comunidades religiosas. A manifestação ocorreu em Nova York, no dia 28 de setembro, durante a Reunião de alto nível pelo 25º aniversário da adoção da Declaração de Durban contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e as formas relacionadas de intolerância.

Em sua intervenção, o arcebispo afirmou que os atos de cristianofobia devem ser tratados ao lado de outras manifestações de intolerância religiosa, citando expressamente a islamofobia e o antissemitismo. Segundo ele, é importante que essas formas de violência sejam reconhecidas e denunciadas de maneira clara no âmbito do debate internacional sobre racismo e discriminação.

A Declaração de Durban, adotada há 25 anos, é o principal documento das Nações Unidas voltado ao combate ao racismo, à discriminação racial, à xenofobia e às formas correlatas de intolerância. A reunião de alto nível em Nova York foi convocada para marcar a data e reafirmar os compromissos assumidos pelos Estados-membros nesse campo.

A posição apresentada pelo representante da Santa Sé insere-se na linha de atuação da diplomacia vaticana, que tem insistido na necessidade de proteger a liberdade religiosa e de prevenir atos de hostilidade contra fiéis de diferentes tradições. O material disponível não detalha outras passagens da intervenção nem eventuais desdobramentos da reunião.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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