— Carregando clima…
Última Hora
• Pe. Mykhaylo Chaban: “Educar os jovens hoje é construir a Ucrânia de amanhã” • Evangelho de 28 de outubro • 3º tri de shoppings deve ter crescimento moderado por juros; veja o que esperar • Santander Brasil supera em lucro, mas inadimplência segue no radar; ação cai forte • Hypera (HYPE3) sobe na contramão do Ibovespa após balanço positivo no 3º tri • Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil • Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital • O Papa: redescobrir Maria como pilar do diálogo e caminho para a paz • Pe. Mykhaylo Chaban: “Educar os jovens hoje é construir a Ucrânia de amanhã” • Evangelho de 28 de outubro • 3º tri de shoppings deve ter crescimento moderado por juros; veja o que esperar • Santander Brasil supera em lucro, mas inadimplência segue no radar; ação cai forte • Hypera (HYPE3) sobe na contramão do Ibovespa após balanço positivo no 3º tri • Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil • Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital • O Papa: redescobrir Maria como pilar do diálogo e caminho para a paz
Ver Todas

Taxas dos DIs têm baixas firmes em sessão de ajustes após disparada da véspera

Por Redação
Atualizado em 27/10/2026 às 18:25 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As taxas dos DIs fecharam o pregão de terça-feira com baixas firmes, em uma sessão marcada pelo ajuste de posições dos investidores após a forte alta da véspera. No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 14,41%, recuo de 41 pontos-base ante o ajuste de 14,822% da segunda-feira, quando o mercado reagiu negativamente à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já a taxa do DI para janeiro de 2031 estava em 14,935%, com baixa de 34 pontos-base ante 15,277%.

Na véspera, os prêmios na curva haviam disparado mais de 250 pontos-base, refletindo tanto um ajuste em relação às baixas vistas após o primeiro turno, quando o senador Flávio Bolsonaro (PL) estava à frente de Lula, quanto as preocupações dos investidores com o futuro da política fiscal. Apesar do recuo desta terça-feira, as taxas permaneceram próximas da maior cotação em seis meses e ficaram longe de compensar a disparada anterior, seguindo bem acima dos níveis vistos antes do primeiro turno.

O Tesouro Nacional contribuiu para acomodar as taxas ao realizar um leilão de recompra de Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B), títulos indexados à inflação. O órgão recomprou 3,815 milhões de NTN-B, em certame com valor total de cerca de R$ 16,8 bilhões. Como na véspera já havia recomprado R$ 14,8 bilhões em papéis prefixados e indexados à inflação, a operação elevou para cerca de R$ 31,6 bilhões as recompras em dois dias, com o objetivo de minimizar a pressão de alta sobre as taxas futuras. Mais cedo, o Tesouro havia cancelado o leilão de venda de Letras Financeiras do Tesouro (LFT), títulos indexados à Selic.

Em entrevista a jornalistas no Ministério da Fazenda pela manhã, o ministro Dario Durigan afirmou que a forte pressão vista na segunda-feira na bolsa, no câmbio e no mercado de juros futuros representou uma "troca de posição, porque o mercado estava apostando em outro candidato". Para ele, já ocorreu nesta terça-feira uma reação de acomodação de expectativas. Durigan também reafirmou a intenção do governo de buscar o centro da meta fiscal, medida que, segundo ele, será tratada com o Congresso.

No mercado, uma das principais preocupações é justamente a política fiscal do governo Lula, considerada insuficiente para equilibrar as contas públicas e reduzir a dívida. "Vejo um movimento comum de arrefecimento momentâneo, após uma forte explosão de alta do juro futuro, porém a perspectiva ainda continua em tendência elevada", comentou Marcos Bassani, estrategista de investimentos e sócio-fundador da Boa Brasil Capital. No exterior, em meio à expectativa para a decisão sobre juros do Federal Reserve, na quarta-feira, o rendimento do Treasury de dez anos mostrava estabilidade às 16h35, a 4,986%.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Em carta, Flávio Bolsonaro se autoproclama “verdadeiro presidente eleito” do Brasil Em carta divulgada nesta quarta-feira (28) por aliados, o senador Flávio Bolsonaro (PL) se declarou, sem… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Redação