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Zema classifica medidas do governo como aberração eleitoral e oportunismo político

Atualizado em 26/09/2026 às 22:35 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, afirmou neste sábado (26) que as medidas recentes adotadas pelo governo federal são uma "aberração eleitoral". A declaração foi feita a jornalistas durante visita a Varginha, no sul de Minas Gerais, onde o presidenciável fez uma caminhada pelo comércio local.

Segundo Zema, o governo federal teve quase quatro anos para adotar as medidas que agora anuncia, a poucos dias da eleição. "Estamos diante de uma aberração eleitoral, faltando poucos dias para eleição governo federal fazer tantas coisas que teve quase quatro anos para fazer", disse. O candidato citou especificamente a regulamentação das bets, questionando o motivo de o governo ter aprovado o setor anteriormente. "Por que ele aprovou as bets lá atrás? Visando só arrecadação mesmo que às custas da destruição financeiras das pessoas mais humildes", afirmou.

Sem citar o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Zema classificou o chefe do Executivo como "oportunista". "Um presidente que já teve oportunidade para fazer Brasil avançar e nunca fez, pelo contrário, ele abriu espaço para a bandidagem. É mais uma vez oportunismo político puro de alguém que está vendo que não deve ganhar a eleição", acrescentou.

O presidenciável prometeu, caso eleito, reduzir o custo Brasil e "gastar pouco". "A taxa de juros vai cair para menos da metade. Hoje quem compra um carro ou uma moto paga por dois, os juros estão quebrando famílias e empresas. Isso vai acabar", disse, prometendo ainda simplificação tributária.

Zema também acenou ao agronegócio local, comprometendo-se a ampliar linhas de crédito ao setor a juros menores. "O produtor vai ganhar duas vezes. Também vou colocar seguro safra e não teremos invasão de terra", afirmou o candidato.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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