Papa aos luteranos: Cristo não seja uma "palavra estranha'", voltemos às raízes comuns
O papa Leão XIV recebeu representantes da Federação Luterana Mundial e dedicou seu discurso à Confissão de Augsburgo, documento que apresenta os princípios oficiais da fé protestante. Segundo o pontífice, o texto tem uma natureza original que o caracteriza como um “documento de reconciliação” dentro da Igreja.
Leão XIV manifestou a expectativa de que, em 2030, quando se comemorará o 500º aniversário da Confissão de Augsburgo, seu potencial ecumênico seja reafirmado. Para o papa, a data representa uma oportunidade para redescobrir uma herança que descreveu como “apostólica e pré-confessional”, capaz de unir os fiéis em Jesus.
Ao tratar do documento como instrumento de reconciliação, o pontífice destacou a importância de voltar às raízes comuns entre católicos e luteranos. Ele também alertou para o risco de que Cristo se torne uma “palavra estranha” para os cristãos, reforçando a necessidade de manter a centralidade da fé em Jesus no diálogo entre as confissões.
O encontro com os representantes da Federação Luterana Mundial integra o esforço de aproximação entre a Igreja Católica e as igrejas protestantes. A comemoração dos 500 anos da Confissão de Augsburgo, em 2030, deve marcar um novo momento desse percurso ecumênico, com a reafirmação do potencial de reconciliação atribuído ao documento.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
Continue neste assunto
Comentários nesta matéria
Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.
Ainda não há comentários publicados nesta matéria.
Sua avaliação desta matéria
Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.
Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).
Entrar para comentarSobre o autor
Por Redação