Carregando clima…
Última Hora
• Chanceler alemão diz que permanecerá no cargo após 'desastre' nas eleições e crescente pressão • Os cientistas que salvam filhotes de araras de seus pais assassinos • Ucrânia lança cerca de 450 drones contra Moscou no maior ataque à capital russa, diz prefeito • Eles se uniram para denunciar abusos em uma escola — e depois se casaram • Ed Sheeran admite ter cometido 'erros' após polêmica pela exclusão de rapper pró-Palestina de sua turnê nos EUA • A guerra pode se espalhar pela Europa. Você está psicologicamente preparado? • A forma correta de recuperar o sono perdido • ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança • Chanceler alemão diz que permanecerá no cargo após 'desastre' nas eleições e crescente pressão • Os cientistas que salvam filhotes de araras de seus pais assassinos • Ucrânia lança cerca de 450 drones contra Moscou no maior ataque à capital russa, diz prefeito • Eles se uniram para denunciar abusos em uma escola — e depois se casaram • Ed Sheeran admite ter cometido 'erros' após polêmica pela exclusão de rapper pró-Palestina de sua turnê nos EUA • A guerra pode se espalhar pela Europa. Você está psicologicamente preparado? • A forma correta de recuperar o sono perdido • ONU: Lula defende multilateralismo e reforma do Conselho de Segurança
Ver Todas

Treasuries de curto prazo emergem como aposta popular de controle da inflação por Fed

Atualizado em 20/09/2026 às 18:55 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Os investidores no mercado de títulos do Tesouro dos Estados Unidos estão redirecionando o foco para papéis de vencimento mais curto, na aposta de que o Federal Reserve vencerá sua batalha contra a inflação. Os rendimentos dos títulos de dois anos dispararam para uma máxima de vários anos, em torno de 4,75%, nos dias que se seguiram ao primeiro aumento da taxa de juros do Fed desde 2023, na mais recente etapa de uma onda de vendas desses títulos.

Os contratos futuros precificam mais 80 pontos-base de aperto monetário no próximo ano, o que, segundo o material, evidencia que a promessa do presidente Kevin Warsh de combater a inflação com todas as forças está ganhando credibilidade entre os investidores. Os rendimentos dos papéis de dois anos — geralmente considerados os mais sensíveis à política do Fed — já subiram cerca de 140 pontos-base desde as mínimas de fevereiro, quando o mercado estava posicionado para cortes, e não para aumentos. Atualmente, estão bem acima da nova meta do Fed, de 3,75% a 4%, com o mercado de títulos se comportando à frente das expectativas dos dirigentes do banco central, que preveem mais um aumento este ano, seguido por política monetária estável até 2027.

Investidores otimistas avaliam que o preço dos títulos de dois anos já reflete esses aumentos e pode se recuperar fortemente caso a inflação melhore ou o Fed eleve as taxas menos do que o esperado. A demanda por opções que se beneficiariam de uma queda na Taxa de Financiamento Overnight Garantida (SOFR), ligada às expectativas de política monetária, crescia um dia após a reunião do Fed. “Se analisar qualquer parte da curva agora e perguntar onde há um potencial excesso de rendimento, a resposta parece estar no curto prazo”, afirmou Kevin Flanagan, chefe de estratégia de investimento da WisdomTree, segundo o material. “O título de dois anos está sendo negociado bem acima da taxa atual dos fundos federais, o que sugere que o curto prazo se valorizou demais.”

Os defensores da estratégia observam que o prazo curto é menos suscetível às oscilações violentas de preços que podem afetar a ponta longa da curva, ao mesmo tempo que oferece aos detentores o maior rendimento desde 2024. A Allspring Global Investments aumentou suas participações em títulos após a promessa de Warsh em Jackson Hole de restaurar a estabilidade de preços, segundo o estrategista-chefe de investimentos em renda fixa George Bory. “Nossa mensagem para nossos clientes é que agora é um bom momento para aumentar a duração na parte intermediária da curva”, disse ele.

Entre os riscos apontados estão os preços elevados de energia, que podem alimentar a inflação diante das guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, e uma economia americana mais forte do que o esperado. Estrategistas do Bank of America afirmaram que os investidores devem se preparar para o risco de o Fed elevar sua taxa básica para mais de 5%, superando as expectativas atuais do mercado. “O risco é que, em todos os ciclos de aumento de juros, o mercado tenha subestimado o quanto o Fed acabará fazendo”, disse Ed Al-Hussainy, gestor de portfólio da Columbia Threadneedle Investments.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Samara Martins propõe dobrar salário mínimo e instituir escala 4x3 Sob o título Unidade Popular pelo Socialismo, o programa de governo da candidata a presidente Samara Martins,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Redação